🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Esporte Futebol Copa do Mundo Casagrande detona atuação da França: 'Copa do Mundo não permite erros' Do UOL, em São Paulo 14/07/2026 19h11 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O quarteto ofensivo da França não desequilibrou na semifinal porque a Espanha impôs um "jogo de controle" e colocou o rival para correr atrás o tempo todo, avaliou Casagrande no Posse de Bola, do Canal UOL. A Espanha venceu por 2 a 0 e, para o comentarista, o placar passou por um detalhe que mudou o roteiro: o primeiro gol, de pênalti, abriu o cenário ideal para os espanhóis ditarem o ritmo na Copa do Mundo 2026. A Copa do Mundo não permite erros, não permite falhas. Você perde pênalti, você cai fora. Você dá um passe errado, você cai fora. [...] A partir do ponto que saiu aquele pênalti com a vantagem de 1 a 0, a Espanha tem um jogo de controle. A França, para conseguir vencer essa partida, ela tinha que ter feito o gol antes para quebrar esse jogo de controle e não quebrou. Ficou na roda, ficou correndo atrás o jogo todo, sofreu o segundo gol. Os quatro jogadores da França não desequilibraram como vinha desequilibrando. Casagrande Alicia Klein Com derrota para Espanha, França iguala feito do Brasil Mauro Cezar Não faltou aviso: Espanha elimina a França Yara Fantoni Espanha classificada: os gigantes se reinventam Wálter Maierovitch OAB dá' carteirada' de advogado pró-Flávio Na leitura do comentarista, o problema não foi "jogar com quatro" por si só, mas a incapacidade de transformar qualidade em agressividade no momento em que o plano pedia uma ação decisiva. "Eles precisam matar o jogo. Eles precisam ser agressivos e matar o jogo", disse, ao lembrar que a estratégia francesa passava por liberar os atacantes de tarefas defensivas. Casagrande também discordou da ideia de "apagar" o potencial do ataque francês por causa da derrota. Para ele, qualquer treinador colocaria jogadores desse nível em campo, mas a Espanha encaixou o estilo que mais incomoda: posse, paciência e domínio territorial, empurrando a França para um jogo desconfortável. O debate no programa seguiu pela mesma linha. Juca Kfouri avaliou que a França "foi muito mal" porque a Espanha fez o rival jogar mal, e destacou que o time espanhol "ganha certo", o que, na visão dele, torna a seleção "chata para os adversários". PVC reforçou a impressão de superioridade pelo nível de treino e coordenação coletiva. "É tão ensaiado que parece um videogame", afirmou, ao citar dobras de marcação e a circulação de bola que levou à construção do segundo gol. Já Arnaldo Ribeiro sustentou que a Espanha "joga de acordo com o seu adversário" e cresce quando enfrenta seleções com mais armas ofensivas, como aconteceu contra Portugal e França. Na visão dele, o time "prima pelo coletivo" e se credencia como favorito ao título. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Deschamps admite França pior, mas alfineta juiz: 'Estava à altura da semi?' Juca Kfouri lembra queda do Brasil em 82 com saída da França: 'Novo Sarriá' Senado aprova piso para frete de caminhoneiros após ameaças de greve Senado aprova pauta-bomba de aposentadoria para agentes de saúde 'Sufocada' e 'apática': jornais da França detonam equipe após queda na Copa