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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: Artigo foca na vitória do Palmeiras, elogiando sua atuação madura, soberana e inteligente, e destacando como soube aproveitar a 'generosidade colombiana'.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O time é criticado pela atuação 'irresponsável' de Carrascal e pela falta de controle, apesar do apoio da torcida. A derrota é vista como um resultado merecido pela superioridade palmeirense.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Libertadores Palmeiras Maracanã Brasileirão Carrascal Carlos Miguel Paulinho Flaco López Allan Rossi Samuel Lino Supercopa do Brasil

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Palmeiras bota poeira na vida do Flamengo de Carrascal Juca Kfouri Colunista do UOL 23/05/2026 22h59 Deixe seu comentário Flaco López, do Palmeiras, comemora gol marcado contra o Flamengo, no Maracanã Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Uma vez, vá lá. Duas, o sinal amarelo pisca. Três tem de acender o vermelho. Juca Kfouri Palmeiras bota poeira na vida do Fla de Carrascal PVC Palmeiras grita Abel, Maracanã canta Palmeiras André Santana Família Bolsonaro virou problema até para a direita Paulo Camargo Minha mãe apareceu em tela e mudou uma empresa O colombiano Jorge Carrascal é um irresponsável. Na decisão da Supercopa do Brasil deixou o Flamengo na mão, no final do primeiro tempo, com o time sendo superado pelo Corinthians por 1 a 0, por ter dado uma cotovelada estúpida em Breno Bidon. Contra o Fluminense, pela 11ª rodada do Brasileirão, o segundo tempo estava praticamente terminado e ele deu uma tresloucada tesoura em Guga para ser expulso de novo. E hoje fez o que fez, aos 20 minutos de jogo, ao enfiar o pé no rosto de Murilo. E lembremos que, pela Libertadores de 2021, ao dar uma patada em Gabriel Menino, ele também foi expulso do jogo entre River Plate e Palmeiras. O River perdeu por 3 a 0. O Flamengo amassava o Palmeiras, Carlos Miguel já havia impedido dois gols, um de Samuel Lino, outro de Lucas Paquetá, este cara a cara. Continua após a publicidade Aí, é claro, o jogo mudou. O Palmeiras foi tomando conta lentamente do clássico e aos 38 minutos criou brilhante jogada de Marlon Freitas para Allan dentro da área e dele para Flaco López fulminar o compatriota Rossi: 1 a 0. Se Carrascal tivesse um mínimo de juízo teria se mandado do vestiário antes que Leonardo Jardim e seus comandados chegassem para o intervalo. Porque merecia levar uma surra deles. Os alviverdes cozinhavam os rubro-negros sem cerimônia, nem aí para a Nação que não parava de incentivar, mas no embalo de sua massa agradavelmente surpresa com a vitória parcial. Bruno Henrique no lugar de Evertton Araújo foi a providência carioca para o segundo tempo. É muito mais frequente o Palmeiras impor viradas do que sofrer viradas, razão pela qual a missão do Flamengo era osso duro. Continua após a publicidade Além do mais a vitória no Maracanã soava como bênção na vida esmeraldina, para calar vozes apressadas dispostas a fabricar crises artificiais. Carrascal era problema da Gávea, não do Parque Antárctica e entregar jogo com um mais em campo não estava, definitivamente, no projeto palmeirense. Aos 10, Samuel Lino, de cabeça, levou Carlos Miguel a fazer sua terceira grande defesa. Aos 12, Allan arrancou espetacularmente de seu campo ao receber de Flaco, fez fila na defesa, deu a bola para Arias que foi interceptado por Varela, a bola prensada foi alcançada pelo mesmo Allan que, de ombro, fez o 2 a 0. Registre-se o respeito à lei da vantagem no lance em que Flaco ganhou de Léo Ortiz e foi derrubado pelo zagueiro. O Palmeiras botava sete pontos de vantagem sobre o rival, muita poeira para o Urubu engolir e ameaçava ampliar nos contra-ataques. Continua após a publicidade Nervos à flor da pele eram a principal marca da atuação flamenguista. Plata entrou, Samuel Lino saiu, aos 22. A Nação tinha um algoz, um vilão, um carrasco para chamar de seu: Flaco López? Allan? Não! Carrascal! O péssimo profissional. Felipe Anderson e Maurício nos lugares de Arias e Andreas Pereira, aos 29. E Jefté entrou em seguida no lugar de Arthur, assim como Paulinho no de Allan. Continua após a publicidade De La Cruz dentro, Paquetá fora, aos 35. Registre-se o empenho dos dez remanescentes deixados a pé, ou na mão, por Carrascal. O desempenho, por sinal, deve servir para impedir que o resultado traga maiores consequências na Gávea, tão evidente era a superioridade até o jogo ficar desigual. Aos 37, Rossi evitou o 3 a 0 em arremate de Maurício. O Flamengo não merecia perder por mais, mas o Palmeiras merecia ganhar por mais, fruto de atuação madura, soberana, inteligente para aproveitar a generosidade colombiana. Wallace Yan e Saúl nos lugares de Jorginho e Pedro, aos 41. Continua após a publicidade Flaco, fundamental, saiu para Lucas Evangelista jogar diante de mais de 71 mil torcedores no gramado natural do Maracanã. Escolada pela Fiel, a Nação não permitia que a torcida palmeirense prevalecesse e gritava Mengo até o fim. Mas, no fim, o ex-vascaíno Paulinho, fez o terceiro gol em jogada de Jefté. E o goleador fez sinal para a Nação fazer silêncio. Então, o tempo fechou. Simplesmente ridículo, porque saber perder também faz parte do jogo. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Carrascal pede desculpas para torcida após expulsão: 'Coração partido' O artífice por trás da enorme vitória do Palmeiras no Maracanã Paulinho comemora gol após quase um ano e diz que provocação foi 'sadia' Palmeiras aproveita expulsão, bate Flamengo e abre 7 pontos no Brasileirão EUA e Irã negociam cessar-fogo de 60 dias para reabrir Hormuz, diz agência