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Doha abre o pano para a Intercontinental: o Flamengo chega com Carrascal em evidência, sob interesse do Olympique de Marselha, mas o clube carioca já definiu o preço mínimo para conversar, cerca de R$ 120 milhões [fonte 1] [ ]. A obra de Arrascaeta não fica de fora: o uruguaio é apontado como líder técnico que nunca disputou uma partida oficial na Europa, explicando, segundo as leituras da cobertura, o porquê de ele continuar no Flamengo. Existem duas explicações sugeridas para esse caminho: a leitura tática — ele é um camisa 10 puro, mais apto a atuar como armador — e o timing de carreira. Hoje, Arrascaeta é descrito como dono do time que chega ao Qatar para a Intercontinental, com a estreia prevista contra o Cruz Azul [fonte 2] [ ]. O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, olha para o calendário com cautela: lembra traumas passados para evitar uma euforia de flamengada na Intercontinental, reforçando a necessidade de humildade e de manter o foco “um dia de cada vez” diante de mais de 70 jogos na temporada. O recado é claro: é preciso manter a guarda alta, simbolizada pela expressão sandálias da humildade, para não colocar tudo a perder [fonte 3] [ ]. Por fim, Artur Jorge, ex-técnico do Botafogo, elogia Filipe Luís e aponta o “diferencial” do Flamengo: a continuidade do trabalho campeão, o respeito ao calendário e o ajuste de contexto que pode diferenciar a equipe rubro-negra no Catar. Ele relembra a queda precoce do Botafogo no Intercontinental e reforça a ideia de que o Flamengo chega em boa condição para a disputa, destacando a importância do contexto para o desempenho na competição [fonte 4] [ ].