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Análise dos Times

Motivo: O Flamengo é apresentado como o clube que expressa o desejo de acabar com os gramados sintéticos, argumentando desequilíbrio e prejuízo à saúde dos atletas.

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Motivo: O Palmeiras é mencionado como um dos clubes que atua com grama sintética e se opõe à proposta do Flamengo, embora o artigo não detalhe seus argumentos.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Botafogo Palmeiras Allianz Parque Atlético-MG São Januário Vasco da Gama Athletico-PR Chapecoense Arena MRV Nilton Santos Lucas Pedrosa

Conteúdo Original

Esporte Futebol Alvo de discórdia, sintético pode receber ainda mais jogos no Brasileiro-26 Bruno Braz e Guilherme Xavier Do UOL, no Rio de Janeiro e em São Paulo 13/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Allianz Parque, o estádio do Palmeiras, substituiu a grama natural pela sintética no começo de 2020 Imagem: Divulgação/Allianz Parque O gramado sintético é um ponto de tensão no futebol brasileiro. Recentemente, Flamengo e Palmeiras entraram em rota de colisão sobre o assunto. E o número de gramas "não naturais" pode dobrar na próxima edição do Campeonato Brasileiro. Entre clubes que sobem da Série B, novas instalações e reformas, o gramado sintético seguirá ainda mais em pauta na liga nacional. O UOL ouviu especialistas e apurou detalhes sobre os próximos passos. Novos gramados sintéticos no Brasileirão? Atlético-MG, na Arena MRV, Botafogo, no Nilton Santos, e Palmeiras, no Allianz Parque, já adotam o gramado sintético. O mais recente foi o Galo. Juca Kfouri O tapa de luvas de Adriane Galisteu na família Senna Josias de Souza Paixão de Eduardo pelo irracional é correspondida A Hora A insegurança pública de Hugo Motta Marco Antonio Sabino Por que as igrejas e templos não pagam IPTU? O número pode aumentar por causa dos clubes que subiriam à Série A. Athletico-PR e Chapecoense estão no G-4 com duas rodadas antes do fim da segunda divisão e contam com gramados sintéticos em seus respectivos estádios. Classificação e jogos brasileirao Outro fator que entra na equação é o Vasco da Gama. São Januário, casa do Cruz-maltino, tem gramado natural, mas passará por reformas ao longo das próximas temporadas. Dessa forma, a diretoria do Vasco alinhou um acordo com o Botafogo para atuar no Nilton Santos . O acordo vale para meados do primeiro semestre de 2026 e prevê R$ 250 mil por partida de aluguel. O Vasco, inclusive, tem o desejo de instalar a grama sintética em São Januário , segundo apurou o UOL . A questão, no entanto, ficaria apenas para depois da reforma. Dessa forma, o Brasileirão sairia de três para seis clubes atuando em gramados sintéticos na próxima edição , caso as previsões iniciais se concretizem. Embate entre Flamengo e Palmeiras Recentemente, o Flamengo publicou uma nota, na qual expressou o desejo de acabar com os gramados sintéticos no Brasil. O argumento do clube carioca é de que a grama "não natural" traz desequilíbrios. Continua após a publicidade Relacionadas Paulistão 2026 terá 'formato Champions'; veja quem seu time vai enfrentar Site divulga suposta camisa vermelha que a seleção usaria na Copa do Mundo NBA erra placar final de jogo, e Cleveland Cavaliers brinca com correção "Os gramados de plástico devem ser eliminados imediatamente de todos os torneios nacionais profissionais. A discrepância nos custos de manutenção entre gramados naturais e artificiais provoca desequilíbrios financeiros entre os clubes e prejudica a saúde física de jogadores e atletas", escreveu o Flamengo. O Palmeiras, um dos clubes que atua com a grama sintética no seu estádio, se opõe à proposta . É mais um capítulo dos embates entre as equipes que dominam o futebol brasileiro nesta temporada. Diferenças entre a grama natural e sintética Para entender melhor como funciona a grama sintética , o UOL ouviu Lucas Pedrosa, engenheiro agrônomo e sócio da Greenleaf, empresa especialista na instalação de gramados no Brasil. A empresa é responsável pelos campos de Maracanã e Mineirão, ambos naturais, mas também já participou dos processos de grama sintética no Nilton Santos, por exemplo. Na visão de Lucas, não há um consenso formado para escolher entre a grama natural e a sintética, embora os gramados propriamente ditos tragam sensações mais "vivas" do jogo. Continua após a publicidade Tudo passa pela questão da estratégia que determinado clube deseja implementar no seu estádio. O gramado sintético é bem mais prático. "Cada estádio tem sua realidade: condições climáticas, quantidade de jogos, arquitetura e tipo de eventos paralelos. O sintético resolve problemas práticos, mas não substitui a sensação e performance da grama viva. Por outro lado, o natural precisa de tempo, investimento e estrutura para se manter em alto nível", disse o especialista. Esse é o ponto central da discussão: como oferecer sempre um gramado de qualidade, independentemente do tipo? A resposta passa por planejamento, investimento e inovação. Com um modelo de gestão moderna, uso de tecnologia e soluções criativas como a turf farm, o futebol brasileiro pode continuar apostando no natural, sem abrir mão da qualidade. Lucas Pedrosa, sócio da Greenleaf A discussão entre o gramado natural e o sintético ainda deve permear o futebol brasileiro pelos próximos anos. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Jornal português detona CR7 após expulsão inédita: 'Devia ter vergonha' Resumo novela 'Dona de Mim' da semana: confira capítulos de 15/11 a 22/11 Ninguém acerta Quina e prêmio sobe para R$ 2,2 milhões; confira dezenas Doze alunos são hospitalizados após comerem brigadeiro com maconha em Goiás Em vez de alívio, decreto de Trump provocou confusão no setor do café