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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte O que explica os momentos de Corinthians e Palmeiras na Libertadores Alicia Klein Colunista do UOL 10/09/2026 12h03 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Matheuzinho, do Corinthians, faz falta em Flaco López, do Palmeiras, durante clássico Imagem: Ettore Chiereguini/AGIF Se alguém resolver acompanhar o futebol brasileiro exclusivamente pela Libertadores, provavelmente concluirá que Corinthians e Palmeiras vivem momentos semelhantes. Talvez deduza uma pequena vantagem. Ambos terminaram a fase de grupos com 11 pontos, mas o Alvinegro saiu em primeiro do seu grupo, e o Alviverde, em segundo. Nas oitavas, avançaram no osso, com um empate e uma vitória simples cada um. Na partida de ida das quartas, o time de Abel venceu a LDU em casa por apenas 1 a 0 e o de Diniz arrancou um bom empate do Estudiantes, na Argentina. A chance de ambos chegarem às semifinais é considerável. Fora da Libertadores, a situação muda. Muito. O Corinthians foi eliminado da Copa do Brasil nas oitavas e soma 32 pontos no Brasileirão. O Palmeiras está nas semis da primeira e soma 53 pontos no último. O Corinthians enfrenta quase 3 bilhões de reais de dívida, salários atrasados, transfer bans e turbulências políticas. O Palmeiras é o segundo clube mais rico do país e desfruta de uma estabilidade capaz de manter no cargo o mesmo treinador há quase seis anos. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O que explica, então, o que está acontecendo na Libertadores, competição em que o Palmeiras tem mais vitórias do que o Corinthians tem jogos? Há um aspecto tangível que passa pelo histórico copeiro de Fernando Diniz. No ano passado, o técnico levou o combalido Vasco até a final da Copa do Brasil, perdendo justamente para o Corinthians. Em parte, por conta do segundo elemento tangível: a torcida. Em momentos decisivos, a NeoQuímica Arena se transforma em uma arma como poucas outras no continente, enquanto a Mancha Verde posta nas redes seu repúdio à diretoria palmeirense por não conseguir autorização da Conmebol para realizar a sua festa. Mas o principal aspecto diz respeito ao futebol. Um dos únicos esportes que não garante a vitória ao melhor, especialmente em torneios eliminatórios. Que abraça forte o Sobrenatural de Almeida. Que pode deixar um dos maiores campeões da década com medo do rival em crise. O que explica o equilíbrio na Libertadores é aquilo que não se explica. Aquilo que mata tanta gente de amor — e desespero. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar