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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Matéria do portal do Vasco com tom favorável: exalta virada, eficácia ofensiva e confiança recuperada

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Citado apenas como próximo adversário na semifinal, sem avaliação de desempenho

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Derrotado, mas elogiado como 'adversário muito valoroso' com 'campeonato fantástico'

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

palmeiras copa do brasil vasco brasileirao facundo colidio athletico-pr andres gomez thiago mendes marino pedro emanuel bruno duarte alan lescano

Conteúdo Original

A vitória sobre o Athletico-PR já ficou para trás, e o Vasco começa a direcionar suas atenções para o compromisso mais importante dos próximos dias: a semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras . Após o triunfo por 3 a 1 sobre o Furacão, o técnico Pedro Emanuel comentou as escolhas táticas para a partida e deu indícios de que pode promover mudanças na formação da equipe para o confronto decisivo. ➡️ Vasco se torna o time da Série A com mais viradas em 2026 O treinador explicou que a utilização de três zagueiros foi motivada principalmente pelas características do Athletico-PR e pela necessidade de corrigir problemas defensivos apresentados nas partidas anteriores. Segundo o português, o Cruz-Maltino vinha de uma sequência de três jogos nos quais sofreu sete gols, o que pesou na decisão de reforçar o sistema defensivo. ➡️ Bruno Duarte projeta decisão na Copa do Brasil: 'Agora sim vamos focar no Palmeiras' Pedro Emanuel, no entanto, deixou claro que a estratégia foi específica para enfrentar o adversário desta quarta-feira e indicou que o cenário pode ser diferente diante do Palmeiras. - Não foi uma convicção, foi uma necessidade. Mantivemos os três zagueiros porque estávamos sendo valentes e lutando contra um time que procurava muita profundidade e que tem um aspecto físico em seu jogo. Senti que estávamos mais compactos e não nos expondo demais. Fazia mais sentido manter os três zagueiros - explicou. ➡️ Veja os gols da virada do Vasco sobre o Athletico no Brasileirão Na sequência, o treinador reforçou que a formação foi uma exceção diante das características do Furacão e projetou uma possível mudança para o próximo compromisso. - Foi uma exceção por dois aspectos: o adversário que íamos encontrar hoje e a sequência de jogos que estamos tendo, sofrendo muitos gols. Principalmente em cruzamentos e em zonas dos três defensores. Basicamente, foi por isso, porque era esse adversário. Domingo deve ser diferente por ser um adversário que se porta de outra maneira - completou. Eficácia ofensiva - Outro aspecto que foi fundamental para a virada foi a eficácia ofensiva, que não tem sido boa. Criamos muitas oportunidades e não tínhamos concretizado. Hoje, em cinco ou seis minutos, conseguimos fazer esses gols e, de fato, ajudou muito animicamente — completou Pedro Emanuel. Sequência negativa - A equipe estava um pouquinho ansiosa. A gente havia falado sobre isso na preparação do jogo. Nós tínhamos seis finais antes deste jogo. Sabíamos que era muito importante ter uma vitória nesta fase do campeonato, até porque as equipes à nossa volta vêm dando a vida e conquistamos pontos - exaltou o técnico. Parte física dos atletas - Temos jogado muito, com pouco tempo para recuperação. Demostramos que é importante essa questão. Há jogadores que não têm somente a parte física, mas também a parte mental, e isso pode cair. Temos que ter atenção a isso, faltam poucos jogos para o final e queremos ter todos. Sabíamos que o Andrés não estava 100%, mas quis vir e contribuir. Sabíamos que o Marino também não estava, apesar de não ter vindo. É importante que todos entendam que estão prontos e preparados para contribuir, e só com esse espírito vamos atingir os nossos objetivos no Brasileirão. Vasco depois da virada - Quando ganhamos a vantagem, não baixamos as linhas, fomos bastante compactos. E, depois da expulsão, não concedemos quase nada. Voltamos a ganhar, a marcar mais de dois gols, o que é importante para ganhar a confiança. Mas, acima de tudo, ganhamos uma variabilidade de forma como queremos e podemos jogar, a depender do adversário. Ataque no segundo tempo - Fossem quais fossem os jogadores que entrassem, era importante, porque estávamos a perder. Subir a nossa pressão mais intensa nos três zagueiros, criar essa superioridade. Até porque os nossos laterais estavam a bater bem com os laterais deles. A grande dificuldade era a linha de trás. Em alguns momentos, cheguei mais próximo dos avançados, dos meias, nesse caso. Que, nesse caso, eram os meias que vinham mais para dentro. Abdicar dos três meias para introduzir mais um homem lá na frente. Foi uma estratégia para não perder aquilo que era a antecipação. Nisso, os três zagueiros foram básicos na segunda parte, sabendo que íamos correr riscos, mas que seríamos fortes nos duelos. Conseguimos, baixamos um pouquinho o Thiago (Mendes) e o Alan (Lescano). Depois, com a variedade do Facundo Colidio e do Andrés (Gómez), mais profundo, com mais capacidade de ferir o Athletico. Surgiu essa oportunidade, aproveitamos, foi muito importante. Houve uma pressão inicial, vimos que tínhamos que ir atrás do placar. Acho que foi uma vitória justa contra um adversário muito valoroso que faz um campeonato fantástico. Hoje era muito importante mostrar nosso jogo, nosso valor, e os jogadores fizeram isso, com muita energia. Colidio - Ele tem características que poucos jogadores têm na nossa equipe. Tem profundidade, é uma coisa que precisávamos. Depende do adversário. Eles tinham uma linha defensiva que não era intensa em cortar espaços. Então ele teve apoio para flutuar e dar apoio aos dois meias. Ele era um terceiro meia com a bola e terceiro atacante sem ela. Para acompanhar as notícias do Gigante da Colina , acompanhe o Lance! 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