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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Morre Manfrini, ex-meia de Fluminense, Ponte Preta e Botafogo Milton Neves Colunista do UOL 10/12/2025 10h08 Deixe seu comentário Manfrini, ex-meia do Fluminense e da Ponte Preta, em 2022 Imagem: Carlos Alberto Spina Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Morreu na manhã desta quarta-feira (10), aos 75 anos, o ex-meia Antônio Monfrini Neto, conhecido no futebol simplesmente como Manfrini. Nascido em São Paulo-SP, no bairro da Mooca, em 23 de junho de 1950, ele se destacou nas décadas de 1960 e 1970 vestindo as camisas de Ponte Preta, Fluminense, Palmeiras e Botafogo. A notícia foi confirmada pela família ao jornalista Milton Neves. Reinaldo Azevedo Câmara passa a mão na cabeça de criminosos Alexandre Borges Não é esquerda e direita: é a religião que divide o país Marco Antonio Sabino Tarcísio de Freitas não tem chefe, tem caráter Aline Sordili Fox News mira a América Latina e busca mais poder Manfrini estava internado na capital paulista para tratar uma pneumonia decorrente de Covid-19. Durante a internação, os médicos diagnosticaram ainda um quadro de insuficiência cardíaca, o que levou o ex-jogador a passar por dois procedimentos de cateterismo (o último na segunda-feira). Na terça, porém, voltou a sentir falta de ar e acabou não resistindo, falecendo na manhã de hoje. Revelado pela Ponte Preta, onde atuou entre 1968 e 1971, Manfrini viveu grande fase no Fluminense entre 1973 e 1975. No Tricolor carioca, foi artilheiro do Campeonato Carioca em sua primeira temporada, com 13 gols (um deles na vitória por 4 a 2 sobre o Flamengo, no Maracanã, que garantiu o título estadual sob forte chuva). Ali conviveu com grandes nomes, como Rivellino e Carlos Alberto Pintinho, e assumiu o papel de substituto de Samarone, embora jamais tenha escondido a frustração por não ter sido convocado por Zagallo para a Copa do Mundo de 1974. Continua após a publicidade Manfrini teve ainda uma passagem relâmpago e extremamente eficiente pelo Palmeiras em 1973: foram quatro jogos, quatro gols e quatro vitórias (média perfeita registrada pelo Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti). Encerraria sua trajetória nos grandes clubes defendendo o Botafogo entre 1976 e 1979. Casado com Marlene, Manfrini deixa dois filhos, José Antônio (que mora na Irlanda e está a caminho do Brasil para acompanhar as cerimônias fúnebres) e Maria Eugênia. O velório será realizado amanhã, a partir das 10h, no Cemitério da Vila Alpina, em São Paulo. Nossos sentimentos aos familiares e amigos do grande Manfrini. Continua após a publicidade Amigos reunidos no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, para uma homenagem a Manfrini. Em pé, da esquerda para a direita: Jorge Vitório, Silveira, Marco Aurélio, Duque e Dionísio, o `Bode Atômico´. Agachados: Marquinhos, Zé Roberto, Rubens Galaxe, Jeremias e Manfrini. Foto enviada por Emílio A. Duva, do site Net-Flu Em pé, da esquerda para a direita: Luizinho Lemos, Dudu, Eurico, Ademir da Guia (ligeiramente curvado), Zé Carlos, Polaco, um primo de César Maluco e Luizinho Lemos, Ronaldo Drummond, Nicola Racciopi (parcialmente encoberto), Raul Marcel e Manfrini (com uma impecável calça de Tergal). Agachados: Pio, Celsinho (reserva de Zeca), Fedato, João Carlos e Luis Pereira. Foto: arquivo pessoal de Polaco Foto raríssima da Ponte Preta disputando o Torneio Integração, em Goiânia. À época o Serra Dourada ainda não existia (foi inaugurado em 1975), portanto, a partida foi disputada em outro estádio. Em pé, da esquerda para a direita: Samuel, Waldir Peres, Valdir Vicente, Serginho, Nelsinho Baptista e Santos. Agachados: Adilson, Manfrini, Pedro Paulo, Mosca e Tuta. Foto: arquivo pessoal de Pedro Paulo Continua após a publicidade Manhã fria na capital paulistana durante o jogo de entrega de faixas à equipe da SDR, vencedora de mais um Desafio ao Galo. O segundo em pé, da esquerda para a direita é Écio Pasca. O sexto agachado, de uniforme laranja, é Manfrini. Atrás, à direita, a torre da igreja Santuário das Almas, na Rua Guaporé. Foto: Sarkis Da esquerda para a direita, Manfrini é o quarto. Foto: Sarkis Da esquerda para a direita, Manfrini é o segundo em pé. Foto: Sarkis Continua após a publicidade Da esquerda para a direita, em pé encontramos Manfrini (o quinto) com óculos de sol. Foto: Sarkis O Flu, todo de branco, no Maracanã. Em pé, da esquerda para a direita: Félix, Toninho, Carlos Alberto Pintinho, Bruñel, Assis e Marco Antonio. Agachados: Marquinhos, Kléber, Dionísio, Manfrini e Lula. Reprodução da Revista Placar, enviada por Walter Roberto Peres Em 1981, a equipe campeã do torneio, disputado no campo do CMTC Clube, na avenida Cruzeiro do Sul, em São Paulo. Em destaque, em pé, está Écio Pasca. Os dois agachados, da esquerda para a direita são Luis Fernando Abichabki e Manfrini Continua após a publicidade A equipe que venceu o Desafio ao Galo em 1980 e 1981 posa para a foto com a faixa de campeã. O segundo em pé, da esquerda para a direita é Écio Pasca e o sexto agachado é Manfrini Manfrini é o terceiro, da direita para à esquerda, acompanhando o finalzinho do jogo de seu time, no Desafio ao Galo, em 1981 No Desafio ao Galo, torneio de futebol amador disputado no Campo do CMTC Clube, na av.Cruzeiro do Sul, zona norte de São Paulo. As partidas eram transmitidas ao vivo pela Rede Record. Em pé, o segundo, da esquerda para a direita é Luis Fernando Abichabki e o terceiro agachado é Manfrini Continua após a publicidade No Desafio ao Galo, Manfrini, à esquerda, com um companheiro de time. As manhãs de domingo eram deliciosas com os jogos das equipes amadoras de São Paulo no Desafio ao Galo Neste jogo de 1971 entre Portuguesa de Desportos e Ponte Preta houve muita confusão. O técnico João Avelino aparece sendo contido por Marinho Peres. Da esquerda para a direita: Manfrini, Basílio, o árbitro Romualdo Arpi Filho, Santos, João Avelino, Marinho Peres, Cabinho e Fogueira. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada na Revista Placar Em pé, os dois primeiros são Waldir Peres e Henrique. Teodoro é o quarto, seguido por Alan, Wilson Quiqueto, Ailton Lira, Santos (ou Santinho) e Nelsinho Batista. Os dois últimos são Samuel e Araújo. Agachados: o terceiro é Adílson, seguido de Nelson Jacaré, Dicá e Manfrini. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada na Revista Placar Continua após a publicidade A equipe que disputou a Taça de Prata, em 1970. Em pé: Teodoro, Wilson, Samuel, Dagoberto, Nelsinho Baptista e Santos. Agachados: Ditinho, Dicá, Manfrini, Roberto Pinto e Adílson. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada na "Revista Manchete" Ponte Preta x Ferroviária nos anos 70. À esquerda vemos Bebeto. Disputando a bola, vemos Manfrini, da Ponte, e Mariani, da Ferrinha. Em pé: Félix, Toninho, Edinho, Silveira, Zé Mário e Marco Antonio. Agachados: Búfalo Gil, Kléber, Manfrini, Rivellino e Zé Roberto. Continua após a publicidade Em pé, da esquerda para a direita, vemos: Félix, Toninho, Pintinho, Silveira, Assis e Marco Antônio. Agachados: Rubens Galaxie, Cléber, Dionísio, Manfrini e Lula. A foto, da Revista Manchete, foi enviada por Walter Roberto Peres. Em pé, da esquerda para a direita: Murilo, Manicera, Marco Aurélio, Onça, Carlinhos e Paulo Henrique. Agachados: Luís Carlos, Liminha, César Maluco, Fio Maravilha e Rodrigues Neto. A foto é do site Fla-Estatística Manfrini nasceu em São Paulo e detestava se concentrar. Aqui, vemos o ex-jogador com a camisa da Ponte Preta no início da década de 1970 Continua após a publicidade Com os seguintes atletas: em pé Teodoro, Wilson, Samuel, Araújo, Nélson e Santos; agachados Alan, Dicá, Manfrini, Roberto Pinto e Ézio Em pé: Teodoro, Wilson Quiqueto, Samuel, Henrique, Nelsinho Baptista e Santos. Agachados: Alan, Dicá, Manfrini, Roberto Pinto e Ézio. Os jogadores da Ponte Preta, retratados nesse cartaz. A equipe de Campinas foi campeã invicta da 1ª Divisão em 1969. Continua após a publicidade Com a camisa branca do Botafogo durante clássico contra o Fluminense em 1978 Correndo no Maracanã com a camisa do Botafogo. Por sinal, quando defendeu o alvinegro, na década de 1970, o ex-jogador já sentiu os efeitos da estiagem de títulos, que durou 21 anos e só terminou em 1989 Atualmente Manfrini mora em São Paulo e é empresário no ramo gráfico. Continua após a publicidade Na Ponte Preta, jogou ao lado de Dicá e Roberto Pinto. Veja Manfrini em seu escritório Continua após a publicidade Veja o excelente Mário Sérgio em sua época de Botafogo carioca. Em pé: Ubirajara, Miranda, Osmar, Carbone, Nilson Andrade e China. Agachados: massagista Toncinho, Mazinho, Ademir, Nilson Dias, Manfrini e Mário Sérgio. Carlinhos e Manfrini (dir): companheiros de Ponte Preta. Dois momentos de Manfrini Continua após a publicidade Então no Flu, em 1973. Foto: Revista do Fluminense, edição 161, de março/abril de 1973 Em maio de 2022, Carlos Alberto Spina (ex-Matsubara) e Manfrini, na zona leste de São Paulo. Foto: arquivo pessoal de Carlos Alberto Spina Em 1977, então pelo Botafogo. Foto: Revista Placar Continua após a publicidade Em 6 de dezembro de 2019, de braços dados com a esposa Marlene no dia do casamento da filha Maria Eugênia. Foto arquivo pessoal de Marlene Monfrini André Castro, Manfrini e Roberto Diogo em 2019. Foto: arquivo pessoal de Roberto Diogo Manfrini é o último da esquerda para a direita, com amigos em 2020 Continua após a publicidade Em 18 de outubro de 1970, confronto entre Corinthians e Ponte Preta no Parque Antártica, válido pelo Robertão O Corinthians venceu por 1 a 0, gol de Aladim. Da esquerda para a direita: Ditão, Nélson Jacaré, Manfrini e Luiz Carlos Galter. Foto: arquivo pessoal de Nélson Jacaré Carbone e Manfrini disputam bola em um Botafogo x Fluminense na década de 70. Foto: Revista Placar Paulo César Caju, Gil e Manfrini, em 2015. Foto: arquivo pessoal de Gil Continua após a publicidade Time do Botafogo de 1979, em pé da esquerda para a direita: Ubirajara, Miranda, Nilson Dias, Osmar, Carbone e Luisinho Rangel- agachados: Rubens Niolca, Ademir Vicente, Nei Dias, Manfrini e Mario Sérgio. Foto: reprodução Fluminense x Botafogo. Da esquerda para a direita, em pé: Félix, Toninho Baiano, Edinho, Silveira, Zé Mário e Marco Antonio. Agachados: Gil, Kleber, Manfrini, Rivellino e Zé Roberto Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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