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Futebol Seleção se incomoda com repercussão da entrada de Casemiro em Endrick Danilo Lavieri , Pedro Lopes e Paulo Vinicius Coelho (PVC) Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 05/06/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A cúpula da seleção brasileira encarou com normalidade a entrada de Casemiro em Endrick durante o treinamento da última quarta-feira (3). O que incomodou a diretoria da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a comissão técnica, na realidade, foi a repercussão do caso. Integrantes da entidade máxima do futebol nacional disseram ao UOL que o nível de intensidade dos treinos do técnico Carlo Ancelotti sempre foi o visto na atividade em questão, assim como em todos os trabalhos da seleção desde que italiano assumiu o comando. Ainda há uma percepção de que o caso só causou espanto porque, nos últimos anos, a imprensa não teve acesso a maioria dos treinos, ao contrário do que ocorreu na quarta-feira, uma raríssima oportunidade para acompanhar um trabalho da seleção na íntegra. Josias de Souza O milagre da multiplicação do voto evangélico José Fucs O fetiche da esquerda em definir 'extrema direita' Marco Antonio Sabino Ronaldo Caiado é um xerife desarmado Ricardo Kotscho Insistência com Messias é erro político de Lula Profissionais com experiência em clubes disseram, ainda, que cenas como a entrada de Casemiro são comuns em todas as atividades. 0:00 / 0:00 Por fim, há o entendimento que a entrevista do volante dada pouco antes da convocação, quando ele disse que "Endrick não era do grupo [da seleção]", acabou ajudando na repercussão. No treino, Casemiro tentou roubar a bola de Endrick depois de uma virada do atacante e acabou levantando o novato. Imediatamente após a falta, cumprimentou o jovem e o treino seguiu. Quando a atividade acabou, Ancelotti e todos os seus auxiliares aplaudiram, entendendo que o jogo tinha sido disputado. Na quinta-feira, dia seguinte do episódio, o volante Fabinho deu entrevista coletiva e também tratou o lance como normal. Continua após a publicidade Eu acho que a alta intensidade no treino é algo esperado, mas é normal também pela qualidade que tem, pela entrega dos jogadores. Como é a seleção brasileira, todo mundo quer mostrar algo mais. (...) Não é a primeira vez que acontece, nem vai ser a última, mas eu acho que a importância é que ninguém seja desleal, lembrar que a gente está na mesma seleção Fabinho Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Princesa da Noruega entra na lista de espera para transplante de pulmão James Handy, de 'Jumanji', é assassinado nos EUA; enteado é suspeito Fora de viagem, Neymar terá programação de treinos e fisioterapeuta próprio Caiado é um xerife desarmado Ataque dos EUA ao Pix: o blefe dos números e o 'mau exemplo' do Brasil