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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Ancelotti é um camaleão e vai testar variações até achar o time nas finais Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 05/06/2026 11h27 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, em entrevista ao UOL Imagem: Marcelo Ferraz/UOL Ler jornal velho sempre ajuda a descobrir coisas novas. Como percebe que Costacurta, zagueiro companheiro de Carlo Ancelotti em seus tempos de jogador, só se tornou o lateral-direito consagrado na final da Champions League de 2003 porque foi escalado, por seu ex-colega de meio-de-campo, na semifinal, jogo de volta, Derby della Madoninna, contra a Internazionale. Sem Simic, perdido durante a campanha e ausente até mesmo do banco de reservas, Ancelotti recorreu a Costacurta lateral-direito defensivo, com Kaladze na esquerda. A primeira vez da formação que o consagrou, pela primeira vez, como técnico campeão da Champions, formou-se apenas nas semifinais e só atuou em dois jogos: Dida, Costacurta, Nesta, Maldini e Kaladze; Pirlo, Gattuso, Seedorf e Rui Costa; Shevchenko e Inzaghi. O que isto tem a ver com a entrevista coletiva de Carlo Ancelotti na manhã desta sexta-feira? Tudo! Ancelotti se formou das experiências, recuar Pirlo para regista defensivo, primeiro volante, com Gattuso caçador à sua frente. Usar Rivaldo como segundo atacante e levá-lo à reserva, mesmo com resistência do craque brasileiro e de seu presidente Silvio Berlusconi. Estruturar e reestruturar o time de acorcom com estudos táticos, gestão de ambiente e pressões externas. Milly Lacombe Casemiro, Endrick, entrada dura e a panela revelada Josias de Souza Feitiço do terrorismo pode enfeitiçar Flávio Bolsonaro Alexandre Borges Perdão de juíza a Monique é uma aberração jurídica Mariliz Pereira Jorge Caso Henry Borel: o perdão da juíza insulta as mulheres Ancelotti é um camaleão. Natural da Emilia-Romagna, centro-esquerda por vocação do lugar onde cresceu, conviveu com Silvio Berlusconi, primeiro-ministro conservador, dirigente revolucionário. Ancelotti conseguia driblá-lo, porque sabia que seu chefe tinha apenas um desejo maior do que escalar os jogadores mais ofensivos e caros: ganhar. Ser campeão era sua maior cobiça. E não existe marketing melhor do que ser campeão. É só isso o que Ancelotti deseja. E, para conseguir isso, tem de fazer testes para achar um time que ainda não existe. O provável, contra o Egito, terá Alisson, Wesley, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Paquetá, Raphinha e Vinicius Júnior; Igor Thiago. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Real quer estrela do Bayern e topa pagar quase R$ 900 milhões, diz jornal Flávio pede que STF declare Moraes suspeito para julgar Master e Vorcaro Atriz de 'Bad Boys' é acusada de invadir casa de ex e tentar matá-lo Quem Ama Cuida: personagem de Henrique Barreira vai destruir o tio sem dó Lavieri: Casemiro e Endrick entraram juntos no gramado de propósito