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Análise dos Times

Motivo: Citado apenas como finalista da Libertadores e por ter jogadores no manifesto, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado factualmente como finalista da Libertadores, sem qualquer avaliação de desempenho

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção puramente factual como finalista da Sul-Americana

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção puramente factual como finalista da Sul-Americana

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como clube patrocinado pelo banco em crise, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como clube patrocinado pelo banco em crise, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Referência passiva apenas na trajetória do jogador Ángel Romero

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Estudiantes Libertadores Palmeiras Copa Sul-Americana Boca Juniors Gustavo Gómez Ramón Sosa Atlético-MG Paraguai Santiago Peña Cerro Porteño Ángel Romero Olimpia Conmebol Ueno Bank

Conteúdo Original

Palmeiras e Estudiantes, da Argentina, vão decidir a Libertadores A crise causada no Paraguai pela intervenção do Banco Central local no Ueno Bank, uma das principais instituições financeiras do país, não irá afetar a organização das finais da Conmebol Libertadores e da Copa Sul-Americana, segundo a Conmebol. Por causa do escândalo, o presidente Santiago Peña renunciou nesta quinta-feira. A entidade que controla o futebol sul-americano mantém um investimento de US$ 14 milhões (R$ 76 milhões) no Ueno, que também era patrocinador da Copa Sul-Americana. As contas de clientes do banco, porém, foram bloqueadas, o que levou a manifestações populares, à renúncia do presidente do Banco Central e à queda de Peña. 1 de 2 Crise envolvendo o banco Ueno vem gerando tensão no Paraguai — Foto: Reuters Crise envolvendo o banco Ueno vem gerando tensão no Paraguai — Foto: Reuters Ao ge , a Conmebol confirmou que o valor depositado no banco é um investimento de prazo fixo que não impacta no fluxo financeiro da entidade. Afirmou, também, que os US$ 14 milhões correspondem a cerca de 2,5% da receita da confederação, que no passado chegou a US$ 600 milhões (R$ 3,2 bilhões). As finais dos dois principais torneios do continente começam no 21 de novembro, quando o Atlético-MG enfrenta o Boca Juniors em Barranquilla, na Colômbia. Uma semana depois, Palmeiras e Estudiantes duelam em Montevidéu pelo título da Libertadores. No total, a Conmebol pagará US$ 44 milhões (R$ 239 milhões) em prêmios nas decisões: US$ 25 milhões (R$ 135 milhões) para o campeão da Libertadores e US$ 7 milhões (R$ 38 milhões) para o vice; na Sul-Americana, o vencedor leva US$ 10 milhões (R$ 54 milhões), enquanto o segundo colocado fica com US$ 2 milhões (R$ 11 milhões). De acordo com previsão da entidade, cerca de US$ 300 milhões são distribuídos em premiações durante a temporada. 2 de 2 Ueno é um dos patrocinadores do Cerro Porteño — Foto: Miguel SCHINCARIOL/AFP Ueno é um dos patrocinadores do Cerro Porteño — Foto: Miguel SCHINCARIOL/AFP O banco Ueno era um dos principais investidores do futebol no Paraguai, com patrocínios aos dois maiores clubes do país, Cerro Porteño e Olimpia, além de dar nome ao estádio Ueno Defensores del Chaco, em Assunção. Desde 2024, também, o banco era um dos patrocinadores principais da Copa Sul-Americana, com contrato que venceria no final deste ano. Na última quarta, a federação paraguaia publicou nota em suas redes sociais afirmando que é solidária às pessoas e entidades afetadas pela crise e que “todas as competições de futebol paraguaio continuarão acontecendo com absoluta normalidade”. Atletas da seleção paraguaia que atuam foram do país, como Angel Romero, ex-Corinthians, e Gustavo Gómez e Ramon Sosa, do Palmeiras, também publicaram um manifesto conjunto sobre a crise. A nota afirma que “dói ver milhares de famílias atravessando angústia, incertezas e preocupações” e que os jogadores também são "vítimas desta situação”, mas que “nossa prioridade absoluta deve ser o povo trabalhador”. O comunicado ainda pede “que o Governo e a Justiça atuem de maneira imediata, transparente e sem distinção”.