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Esporte Futebol Copa do Mundo Juca: 'Chance da Argentina ser penta em 2030 pode, enfim, mudar a CBF' Do UOL, em São Paulo 15/07/2026 19h37 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A chance de a Argentina repetir um bicampeonato consecutivo e mirar um penta em 2030 pode virar gatilho para mudanças na CBF, avaliou Juca Kfouri no Posse de Bola , do Canal UOL. O comentário veio após a virada argentina sobre a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo 2026, em um jogo em que os debatedores destacaram Messi, as mexidas de Lionel Scaloni e a postura defensiva de Thomas Tuchel. A Argentina está próxima a fazer uma coisa que só o Brasil fez no futebol moderno. A Itália fez lá atrás. A Argentina pode ser bicampeã consecutiva. Como o Brasil foi em 58 e 62. E eu quero retomar aquilo que outro dia eu me referi e agora estou aqui com o nome do autor. Publiquei no blog: um diplomata brasileiro chamado Eduardo Brigidi, que escreveu um longo texto e muito bem fundamentado sobre a única forma de mudar a CBF é o tetra da Argentina. Porque se a Argentina ganha o Tetra, a possibilidade de vir a ser Penta já em 2030 é capaz de fazer que as coisas aqui no Brasil mudem. Juca Kfouri Casagrande Messi é o gênio do futebol no século 21 Mauro Cezar Argentina é tudo o que você queria no seu time Juca Kfouri Scaloni transforma a armada inglesa em peneira Tatiana Farah Michelle escapou do cancelamento na direita Na conversa, o jornalista também disse que o pai acreditava que a Argentina teria vencido as Copas de 1942 e 1946, canceladas por causa da Segunda Guerra Mundial. Para ele, isso reforça a necessidade de reconhecer o peso histórico do futebol argentino. Meu pai, que era um cara que gostava muito de futebol, acompanhava futebol, dizia não ter dúvida. Não ter dúvida sobre o passado que não aconteceu é difícil. Mas que se não tivesse acontecido a interrupção por causa da Segunda Guerra Mundial e não havido as Copas de 42 e 46, a Argentina teria ganhado as duas. Juca Kfouri José Trajano, por outro lado, puxou a discussão para o que viu em campo na semifinal e disse que, desta vez, a Argentina não precisou recorrer ao roteiro de 'sofrência' que marcou outras vitórias apertadas ao longo do torneio. Outro dia, quando a Argentina, numa das vezes que ganhou no final, eu disse que o ritmo da Argentina não era mais o tango, era a sofrência. (...) Mas hoje não teve sofrência. José Trajano Casagrande reforçou a leitura de que a atuação passou por uma combinação de execução coletiva e inteligência de Messi para sair do centro e atacar pelos lados, o que, segundo ele, 'descongestionou' a área e bagunçou a marcação inglesa. Além de uma exibição técnica, que foi inacreditável a exibição técnica do Messi, ele teve uma inteligência futebolística, claro, ajudada pelo treinador. (...) Foi um baile de inteligência futebolística, foi um baile técnico. Casagrande Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Vitória da Argentina tira árbitro brasileiro da final da Copa do Mundo Diácono da Assembleia de Deus morto em abordagem da PM foi baleado na nuca Nora de Andressa Urach, Maya Braga diz ter 'duas vaginas': 'Anatomia rara' Resumo da novela Quem Ama Cuida da semana: capítulos de 16/7 a 25/7 Messi celebra virada 'incrível' e prevê final contra Espanha: 'Conheço bem'