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Futebol Saída de bola do Japão vira obstáculo para esquema do Brasil: 'Perigosos' Guilherme Padin Do UOL, em São Paulo 29/06/2026 09h13 Atualizada em 29/06/2026 10h17 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira Imagem: Rafael Ribeiro/CBF A marcação por pressão na defesa adversária, que foi fundamental para o Brasil vencer a Escócia por 3 a 0 na fase de grupos, pode não ser a arma principal de Carlo Ancelotti para o jogo de hoje, às 14h (de Brasília), contra o Japão, no mata-mata da Copa do Mundo. A boa saída de bola japonesa, um dos aspectos que melhor qualificam o adversário do Brasil, fez com que o treinador italiano reconsiderasse como seus comandados deverão realizar a marcação no confronto. "É um aspecto importante do jogo de amanhã. A saída de bola do Japão é muito boa e, quando eles passam da pressão, são muito perigosos. Um aspecto que estamos considerando qual tipo de pressão temos que fazer", afirmou Ancelotti em entrevista coletiva na véspera da partida, que será disputada em Houston. Juca Kfouri A falta que Zico faz hoje no jogo Brasil x Japão PVC Ancelotti pode desistir de marcar Japão por pressão Sakamoto Eleitor que esquece voto é aliado de parlamentar ruim Pedro Rossi Liberalização cambial no Brasil pode ser desastrosa A saída de bola com rápida transição ao ataque é uma das principais qualidades da atual equipe do Japão, que está invicta há dez jogos — sendo sete vitórias, incluindo amistosos contra o Brasil e Inglaterra, e três empates. No Grupo F da Copa do Mundo, foram dois empates (Holanda e Suécia) e uma vitória de goleada sobre a Tunísia, por 4 a 0. 0:00 / 0:00 Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Números do Japão Em Tunísia x Japão, os japoneses tiveram 62% da posse de bola e deram 583 passes, sendo 521 certos (89,4% do total). Contra a Suécia, a posse de bola foi de 52%, com 445 passes, sendo 378 certos (84,9% do total). Diante da Holanda os números foram ligeiramente inferiores: 40% da posse, com 341 passes, sendo 286 certos (93,8% do total). Continua após a publicidade Outras respostas de Ancelotti Durante a coletiva, Ancelotti fez uma análise geral da fase de grupos do Mundial e disse que não há uma seleção favorita até o momento. "Eu acho que eu ainda estou convencido que até agora não há um favorito claro. Pode ser que as equipes tenham feito melhor do que outras na primeira fase, mas uma equipe claramente favorita não tem. Então, acho que vai ser um Mundial bastante equilibrado, competitivo", afirmou. Perguntado se o Brasil caiu no lado mais fácil do chaveamento, uma vez que o outro possui mais seleções tradicionais, como Alemanha, França, Portugal e Espanha, o italiano assegurou não ver desta forma. "Eu não concordo, porque cada jogo é difícil, muito difícil. Porque tem muitas coisas que temos que pensar, tem muita pressão, obviamente, temos que pensar que se vamos fazer bem amanhã estamos em casa", disse. Ancelotti ainda falou sobre o bom nível técnico apresentado na Copa do Mundo. Para ele, a grande diferença, em alguns casos, ocorre pela qualidade individual dos atletas. Continua após a publicidade "O futebol mudou, não há equipes desorganizadas, não mais. Todo mundo estuda, todo mundo trabalha, todo mundo aprende. Não vejo, pode ser que haja, equipes com menos qualidade individual. Isso é óbvio, porque a qualidade individual, o talento é muito parte da genética. Mas equipes desorganizadas, em baixo nível físico, não existem. Todos trabalham forte, todos jogam com intensidade, todos lutam. Me surpreendeu bastante", avaliou. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Pai e filho são retirados de escombros dias após terremoto na Venezuela Venezuela tem novo tremor de terra cinco dias após terremoto A falta que Zico faz hoje no Brasil x Japão 5 formas de aliviar a dor nas costas sem recorrer a medicamentos Por que o Japão parou de naturalizar brasileiros para reforçar sua seleção?