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Análise dos Times

Fluminense

Principal

Motivo: A análise foca nas falhas e erros do Fluminense, como indicado pela fala de Zubeldía sobre 'erros pontuais' e 'cedemos o protagonismo'.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: O Vasco é apresentado como o time que soube aproveitar as oportunidades criadas pelas falhas do adversário, com uma virtude na execução de jogadas pontuais.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Vasco Brasileirão Luis Zubeldía Savarino Athletico-PR Martinelli Ganso Lucho Acosta John Kennedy

Conteúdo Original

Zubeldía explica derrota do Fluminense para o Vasco: "Gols pontuais" Para Luis Zubeldía, a derrota do Fluminense para o Vasco tem origem em erros pontuais de sua equipe e também cansaço de alguns jogadores importantes para manter o controle. Após a partida, o treinador analisou o revés de virada e criticou a postura da equipe na reta final. + Santi Moreno tem proposta para voltar aos Estados Unidos + Atuações do Fluminense: Jemmes falha em dois gols e é o pior; dê suas notas — Até os 2 a 0 me parecia que éramos melhores, controlando a partida. O resultado estava dentro do contexto que era a partida. Já com a ausência do Martinelli. Encontraram um gol rápido em bola parada e depois foram ações pontuais, jogadas de imposição. A medida que os minutos passaram não conseguimos manter o que fizemos por 60, 65 minutos. Sobretudo nos 15 minutos finais. Cedemos o protagonismo a eles — analisou o técnico. Vasco 3 x 2 Fluminense | Melhores momentos | 7ª rodada | Brasileirão 2026 Os tricolores perderam de virada para o rival, por 3 a 2, em jogo válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. O time tricolor abriu 2 a 0 no começo do segundo tempo, mas não conseguiu manter a vantagem, viu o rival crescer, se impor e sair com a vitória. Roteiro semelhante já havia acontecido na rodada anterior, quando abriu 2 a 1 sobre o Athletico-PR com um jogador a mais e sofreu o empate no fim. Mas naquela ocasião conseguiu a vitória nos minutos finais. — Jogadores importantes para manter a bola cansaram e tive que trocar para colocar outro perfil. São jogos difíceis, porque sabíamos que em algum momento o jogo ia se desarmar, romper com cruzamento e bola parada. Tudo que fizemos por 70 minutos poderia virar em 10, 15 minutos. Hoje aconteceu isso. Em 15 minutos mudou o jogo. Apesar de fazer 2 a 0 merecidamente, depois eles terminaram ganhando por 3 a 2 também merecidamente. Isso tem a ver com essa imposição final, que não conseguimos resolver. Com cansaço de certos jogadores que terminaram virando a balança para que eles conseguissem o triunfo — analisou o técnico. Entre as três primeiras mexidas que fez na partida, duas tiveram esse perfil: as saídas de Martinelli e Lucho Acosta para as entradas de Otávio e Ganso. O camisa 10 até mantém o perfil de controle, mas o volante representou uma queda de qualidade na saída de bola. Ambas mexidas aconteceram por questão física, assim como a saída de John Kennedy para a entrada de Castillo. Outra alteração que tirou um atleta com passe e controle de bola para colocar um de transpiração foi a de Savarino por Serna. O plano inicial era tirar Canobbio, mas o venezuelano pediu para sair devido ao desgaste. Essa última alteração acontece quatro minutos antes do gol de empate. 1 de 1 Zubeldía, técnico do Fluminense, contra o Vasco — Foto: André Durão Zubeldía, técnico do Fluminense, contra o Vasco — Foto: André Durão O Fluminense é o quarto colocado do Brasileirão com 13 pontos somados. O time volta a jogar no Maracanã no próximo sábado, às 18h30, quando enfrenta o Atlético-MG. Veja outras respostas de Zubeldía: Postura do Fluminense — A postura foi de equipe grande. O que passa é que nos últimos 15 minutos eles empurraram. Estava 2 a 2 no minuto 38. Era o impulso final que podiam ter. Em clássicos, tem um momento que muda tudo e se desarma a partida. E precisa mostrar outra cara. Se a equipe rival começar a lançar bolas na área ou tem bolas paradas, precisamos ser capazes de rechaçar. Isso aconteceu no último clássico contra o Vasco, no campo do Botafogo. Não termina com 60m 65, 70 minutos. — Porque há um impulso porque conseguiram 2 a 1 com uma jogada do português. Depois 2 a 2 com quase uma bola parada. São coisas pontuais que desarmam uma partida. Não pudemos mostrar outra cara, de defender na área, algo que mostramos em outras partidas. Não conseguimos frear nos últimos minutos, nos faltou defender bem e cuidar da bola. — Os jogadores que saíram eram os que mais seguravam a bola. Coloquei o Ganso para segurar. Antes tinha Martinelli, Savarino e Lucho. Jogadores que se associam. Mas foram cansando e os que entraram têm outro perfil do jogo. Por isso creio que nos últimos 10 minutos faltou segurar a bola. Creio que a equipe jogou mais de 45 minutos bem. Parte do segundo tempo também jogou bem. Freytes — Hoje não podia jogar. O departamento médico me explicou. É um jogador importante para a equipe. Se tem um corte de oito pontos, o departamento médico me sugeriu que não cabeceasse. Logo não poderia jogar. Sobre Juan, dizer que é um jogador importante é redundante. Sempre o disso. Hoje fizeram uma partida correta os zagueiros. — Como equipe me dá a sensação que falhamos em cruzamentos e na bola parada. É uma parte que tínhamos que fazer bem porque sabíamos que ia desarmar a partida. Uma equipe não pode mostrar só uma cara. Só um jogo associado. Só o que foi o nosso segundo gol, uma boa combinação. Temos que mostrar outras coisas. Foi isso que não soubemos fazer. Aí está a explicação de porque viraram. Era um momento que devíamos defender bem o jogo aéreo, a bola parada que executavam rápido. Não conseguimos fazê-lo. Castillo — É difícil analisar o centroavante se não analisamos o contexto, o perfil ou o momento em que entra na equipe. Prefiro analisar o total. Como disse, John vem fazendo bons jogos. Creio que Lucho, Savarino e Martinelli são jogadores que tecnicamente e em associação estão acima da média. Quando se juntam os três. Lucho hoje, das partidas contra o Vasco, foi a que mais liberdade teve. Por que? Porque Savarino se junta e nos permite ter um homem a mais no meio. A partir daí entra o centroavante. É difícil analisar em diferentes contextos. Chances criadas e gols perdidos — Nós geramos muitas chances de gol. Temos dois jogadores que combinam bem para que o resto possa chegar ao gol, que são Lucho e Savarino. Então John Kennedy cresce, Canobbio cresce, Hércules cresce, os laterais crescem... Fizemos 2 a 0, creio que tivemos mais chances, mas acho que o problema foi que não soubemos jogar nos momentos finais. Estava claro que os últimos instantes seriam de cruzamento. Se soubéssemos controlar o jogo seria nosso. Primeiro gol do Vasco — Sobre a bola parada no escanteio, são jogadores que têm duas funções. Bloqueiam e depois saem rápido para o rebote. Mais que um defeito da equipe, uma virtude do Vasco foi de executar bem o chute o Nuno Moreira. Não é normal isso, é uma virtude dele. Primeiro tivemos que tirar o cabeceio. Nos outros dois gols acho que foi mais defeito nosso Gols em bola aérea — Se me incomodam os gols de cabeça, claro. Como não vão doer? Temos gente alta, com 1,90m, laterais com experiência. Cruzamentos sempre me doem. São jogadas que podemos resolver bem. Hoje não pudemos defender e estar fortes quando se desarmou a partida. Millán — Vou fazer um cálculo rápido. Temos um jogo sábado, depois a pausa da data Fifa e em seguida 18 rodadas. Seis pela Libertadores, duas pela Copa do Brasil e 10 do Brasileirão. Em dois meses. Isso dá um jogo a cada três dias e um pouco mais. Me diz se não vai ter oportunidade para que todos joguem? A mim não preocupa isso, preocupa que se joguem vão bem. Não se vão ter chances. Todos vão ter minutos. O tema é render. O que estamos fazendo é que quando tenha a chance Julián, renda. Semelhanças com Athletico-PR — O que acontece é que quando faz 2 a 0, entraria isso que você está dizendo que aconteceu contra o Athletico. Fizemos 2 a 0. Quando tem dois gols de vantagem é mais difícil de buscar essa lógica de não matar a partida. A equipe voltou do intervalo com a mesma postura, mesmo sem Martinelli. Fizemos o segundo gol. Nós do futebol sabemos que um gol faz o Vasco entrar de volta na partida. Te gera insegurança e dá vida. — Nos últimos minutos não conseguimos trabalhar a bola com tranquilidade, entramos nesse jogo de defender cruzamento e não conseguimos fazer. Fizemos isso bem em outros momentos? Sim. Nós tínhamos gente alta. Estava Castillo, temos dois zagueiros altos, Renê é alto, Serna também entrou. A equipe rival soube fazer, não conseguimos solucionar ou ter a bola. Lamentamos que fizemos a maior parte da partida muito bem, mas os últimos 15 minutos destruíram tudo que fizemos. Mais Escalados 1 ª rodada Carregando Dados... ...... SIGLA SIGLA 0000000000 Carregando Dados... ...... SIGLA SIGLA 0000000000 Carregando Dados... ...... 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