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Portugal 5 x 0 Uzbequistão | Melhores momentos | 2ª rodada | Copa do Mundo 2026 Colômbia e Portugal se enfrentam às 20h30, pela terceira rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado. + O que esperar do Japão no mata-mata? Eficiência ofensiva é ponto forte nesta Copa + Como ficaria o mata-mata da Copa? Veja os melhores terceiros e os duelos no momento + Copa do Mundo de 2026 bate recorde de gols em uma única edição na história Palpite para Colômbia x Portugal Grupo K 1 de 3 — Foto: Bruno Imaizumi/Gato Mestre — Foto: Bruno Imaizumi/Gato Mestre Resultado mais provável: Colômbia 1 x 2 Portugal Em finalizações certas, as duas seleções são top 20 nas primeiras duas rodadas, com Colômbia acertando 12 conclusões (13ª marca) de 34 tentativas (décima marca) para fazer quatro gols (11ª); Portugal acertou nove tentativas (18ª marca) em 22 tentativas (22ª marca) para marcar cinco gols (oitava maior marca). Há potencial ofensivo claro na partida, mas terão grande desafio neste encerramento de fase porque as duas são ao mesmo tempo top 10 em finalizações certas sofridas: Colômbia só permitiu três finalizações certas (quarta melhor marca) em 13 sofridas (nona marca), com um gol sofrido (quinta melhor marca), mesmo número de gols sofridos por Portugal, que sofreu quatro finalizações certas (sétima melhor marca) em 14 conclusões adversárias (14ª marca). Das 34 finalizações da Colômbia, 20 foram criadas com passes rasteiros (dois gols), 13 usando bolas altas (dois gols) e uma em cobrança de faltas. Portugal sofreu 14 finalizações, apenas três após bolas altas (um gol em escanteio) e 11 em lances rasteiros. No ataque, Portugal fez 22 conclusões, sendo 14 em trocas de passes (três gols), sete em bolas altas (um gol) e uma em cobrança de falta (um gol). Colombianos permitiram 13 finalizações, sete rasteiras e seis a partir de jogadas aéreas (um gol sofrido). Evolução do xG na segunda rodada Foram 20 finalizações da Colômbia contra RD Congo, 11 de dentro da área, com potencial estatístico para 1,44 gol. Os colombianos conseguiram fazer o gol. 2 de 3 — Foto: Bruno Imaizumi/Gato Mestre — Foto: Bruno Imaizumi/Gato Mestre Foram 15 finalizações de Portugal contra Uzbequistão, dez de dentro da área, com potencial estatístico para 2,33 gol, mas os portugueses foram muito eficientes e marcaram cinco gols. 3 de 3 — Foto: Bruno Imaizumi/Gato Mestre — Foto: Bruno Imaizumi/Gato Mestre Colômbia 1 x 0 RD Congo | Melhores Momentos | Copa do Mundo 2026 Metodologia A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio. O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref. Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida. *A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.