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Análise dos Times

Fluminense

Principal

Motivo: A matéria foca na perspectiva do Fluminense como clube que sofreu a reviravolta, mas com tom predominantemente factual ao relatar a história.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: O clube é mencionado como parte crucial do desenrolar da situação, com a decisão final de Kleina de permanecer, mas sem um viés explícito.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: O Boavista é mencionado no contexto atual do reencontro com Kleina no Campeonato Carioca, sem viés aparente.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

fluminense enderson moreira ponte preta abel braga campeonato carioca levir culpi muricy ramalho boavista gilson kleina adilson baptista peter siemsen

Conteúdo Original

O Campeonato Carioca reunirá Fluminense e Gilson Kleina depois de 15 anos. Neste sábado, em Bacaxá, o hoje treinador do Boavista reencontrará o clube que "dirigiu" por cerca de duas horas. As aspas não são exagero. Na verdade, o técnico ex-Palmeiras e Ponte Preta foi anunciado oficialmente, mas nunca chegou a assumir o Tricolor devido a uma história recheada de choque de versões e imbróglios entre clubes. Gilson Kleina faz o panorama dos técnicos no Brasil e fala de passagem pelo Palmeiras Para entender essa história, é preciso voltar a 2011. Campeão brasileiro em 2010, Muricy Ramalho entrou em rota de colisão com a diretoria da época e deixou o Fluminense em março daquele ano. O Tricolor agiu rápido e encaminhou a contratação de Abel Braga, que deixaria o Al-Jazira. O problema: o substituto só chegaria na metade do ano, o que obrigou a buscar um nome "interino" por três meses. O plano A do então presidente Peter Siemsen era Levir Culpi. Depois, Adilson Baptista. Ambos disseram não. Então, surgiu o nome de Gilson Kleina, que estava na Ponte Preta e chegou a ser anunciado oficialmente pelo Fluminense. No entanto, a passagem do "contratado" durou apenas duas horas. Depois de Kleina ser anunciado pelo Fluminense, a Ponte Preta publicou uma nota oficial informando que o treinador permaneceria em Campinas. A polêmica aconteceu porque os dirigentes do Tricolor se apressaram ao acreditar que o acordo já estava sacramentado, mas não foi assinado. Kleina foi pressionado e voltou atrás. — Eu tive uma bela proposta, bem tentadora. Era um contrato de três meses e o valor financeiro não tem como comparar. Alguém passou que eu já tinha decidido, mas não foi isso. Fui transparente e disse que ainda tinha uma conversa com a Ponte Preta. Eu iria sair pela porta dos fundos e entrar em litígio. A minha consciência vale mais do que tudo. Minha carreira é curta, mas está sendo muito verdadeira e transparente. Foi a Ponte Preta que me colocou em notoriedade — disse Gilson Kleina à época. + ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Fluminense no WhatsApp 1 de 1 Gilson Kleina, técnico do Boavista — Foto: Divulgação: PH Almeida/Boavista SC Gilson Kleina, técnico do Boavista — Foto: Divulgação: PH Almeida/Boavista SC Com a reviravolta, o Fluminense seguiu sem treinador. Enderson Moreira, que era o técnico do time B do Internacional e foi contratado para ser o auxiliar técnico permanente do Fluminense, acabou permanecendo no comando até a chegada de Abel Braga, que conquistaria o Brasileirão pelo clube em 2012. O Fluminense volta a campo no sábado, às 18h30, quando enfrenta o Boavista pela segunda rodada do Campeonato Carioca, no Estádio Elcyr Resende, em Bacaxá. O Tricolor estreou com vitória no torneio, após vencer o Madureira por 2 a 1, na última quarta-feira. 🗞️ Leia mais notícias do Fluminense 🎧 Ouça o podcast ge Fluminense Assista: tudo sobre o Fluminense no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos