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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Rival do Brasil, Haiti tem problema com visto para jogadores para os EUA Rodrigo Mattos e Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 05/12/2025 18h55 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Jogadores do Haiti comemoram gol marcado durante jogo pelas Eliminatórias para a Copa Imagem: Divulgação/Concacaf Adversário do Brasil na Copa, o Haiti tem problemas com visto para seus jogadores entrarem nos EUA. E vive incerteza até para a Copa. O técnico haitiano, Sébastien Migné, revelou a dificuldade ao UOL em entrevista após o sorteio dos grupos da Copa. Além disso, a seleção do país não consegue jogar em casa por conta de insegurança. Por isso, tem uma questão sobre onde fará a preparação para o Mundial, como explicou o treinador. "Em março, depende de onde vamos jogar. Por exemplo, para ter um jogo amistoso nos EUA, sim (seria bom). Mas preciso saber se posso contar com todos os meus jogadores com visto. Então vamos ver", disse Migné Daniela Lima Reação a Flávio Bolsonaro foi a pior possível Letícia Casado Não será surpresa se PL lançar Flávio ao Senado Sakamoto Com Flávio ungido, Tarcísio se indispôs à toa? PVC Brasil cai no terceiro grupo mais duro da Copa O UOL questionou então se esse problema também para o Mundial. O técnico disse que ainda vivia incerteza sobre ter todos os jogadores até para a Copa. Os EUA baixou norma para visto do Mundial que garante entrada para todos os participantes da competição. São exceção à regra geral para cada país. O governo de Donald Trump baixou uma norma suspendendo a emissão de vistos para haitianos por ser um país de alto risco. No Mundial de Clubes, os EUA barraram um jogador do Boca Juniors por uma ficha criminal. Outra questão é que o Haiti não conseguiu jogar nenhuma partida das eliminatórias em casa. E não há perspectiva de um jogo no Haiti antes do Mundial. Apesar disso, Migné atribuiu às qualidades de seus jogadores a classificação ao Mundial mesmo com tantas dificuldades. "Nós performamos bem durante dois anos. Não recebemos nenhum jogo em casa, então foi uma grande performance. Contra bons oponente como Costa Rica ou Honduras. Agora está terminado. Foi difícil, mas... Eu tenho um grupo de jogadores com um grande ego, um grande caráter e algumas qualidades. Então foi uma boa mistura e com isso nós conseguimos alcançar um ótimo resultado", explicou o técnico. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Num sorteio político e baba-ovo, Brasil cai em grupo tranquilo na Copa Com Flávio ungido, Tarcísio bateu em Moraes e vestiu boné de Trump à toa? De 'F1 do futebol' a 'presente': como técnicos rivais do Brasil reagiram Copa inchada transfere grupos da morte para fase de mata-mata de potências Santos tenta redução salarial e quer propor renovação até a Copa a Neymar