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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Relato factual e neutro do julgamento disciplinar do jogador do clube, sem linguagem favorável ou contrária

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção factual apenas como torcida alvo do suposto gesto, sem juízo de valor ou tom crítico

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

palmeiras corinthians campeonato brasileiro stjd gabriel paulista renata baldez gustavo lisboa sergio engelberg

Conteúdo Original

O zagueiro Gabriel Paulista, do Corinthians , foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira. O jogador foi julgado por um suposto gesto obsceno direcionado à torcida do Palmeiras antes do clássico disputado no último domingo, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. A decisão foi tomada pela Quinta Comissão Disciplinar, por maioria de votos. Com o resultado, o defensor se livrou de uma possível suspensão, mas ainda cabe recurso da Procuradoria ao Pleno do STJD. De acordo com a denúncia, Gabriel Paulista teria levado a mão às partes íntimas em direção aos torcedores palmeirenses durante o aquecimento das equipes, antes do início da partida. A situação não foi registrada na súmula da arbitragem, mas ganhou repercussão após a divulgação de imagens. O jogador foi enquadrado no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê suspensão de uma a seis partidas para condutas contrárias à disciplina ou à ética desportiva. Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Durante o julgamento, o advogado Sérgio Engelberg, representante do Corinthians, argumentou que as provas apresentadas eram insuficientes para sustentar uma condenação. Segundo a defesa, o processo continha apenas duas fotografias, sem um vídeo que permitisse analisar o movimento e o contexto da suposta infração. O auditor Gustavo Lisboa, relator do caso, votou pela suspensão do zagueiro por duas partidas, por considerar as imagens suficientes para comprovar a conduta. A maioria dos auditores, porém, acompanhou o entendimento divergente da auditora Renata Baldez, que votou pela absolvição. Para ela, as fotografias não permitiam concluir com segurança que o jogador havia realizado o gesto denunciado. Com três votos favoráveis à absolvição contra o voto do relator, Gabriel Paulista foi liberado de punição em primeira instância e segue à disposição do Corinthians para a sequência do Campeonato Brasileiro.