🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião A minha seleção titular para o ciclo 2026-2030 Milton Neves Colunista do UOL 08/07/2026 09h29 Deixe seu comentário Carlo Ancelotti, técnico do Brasil, durante jogo contra a Escócia Imagem: Robert Cianflone/Getty Images Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Com o Brasil fora da Copa do Mundo, começa o inevitável exercício de imaginação: quem tem tudo para ganhar espaço na seleção de Carlo Ancelotti até 2030? E eu, claro, na minha tradicional função de palpiteiro, também resolvi escalar o meu time. Sei que muita gente vai cornetar. Juca Kfouri O VAR seletivo e a proteção à Argentina PVC Fifa abriu a porta do inferno com o caso Balogun João Paulo Charleaux Flávio calcula errado, e estratégia sai pela culatra José Paulo Kupfer FMI está mais otimista com o Brasil que os brasileiros Faz parte... Aliás, fica o desafio: monte uma seleção melhor que a minha nos comentários. Certo? Então vamos lá: Goleiro: Carlos Miguel Vive grande fase no Palmeiras e, apesar da torcida contra de muitos corintianos, passa bastante segurança. Vejo nele um goleiro com potencial para assumir a camisa 1 da seleção. Continua após a publicidade Lateral-direito: Wesley Sua ausência foi bastante sentida pelo Brasil nesta Copa. Tem força física, velocidade e personalidade para ser o dono da posição. Zagueiros: Gabriel Magalhães e Beraldo Gabriel Magalhães já mostrou que merece ser titular. Ao lado dele, acho que chegou a hora de Beraldo ganhar sequência. O zagueiro revelado pelo São Paulo e hoje no PSG tem futebol para assumir de vez o posto. Marquinhos fez uma história enorme na seleção, mas acredito que seja o momento de passar o bastão. Lateral-esquerdo: Carlos Augusto É uma posição que vem dando dor de cabeça para Ancelotti. Carlos Augusto não é um Roberto Carlos, evidentemente, mas é um jogador extremamente correto, regular e capaz de dar equilíbrio ao setor. Continua após a publicidade Volantes: Éderson e Bruno Guimarães Bruno Guimarães é presença praticamente obrigatória. Ao seu lado, fico com Éderson, que vem se destacando na Europa e já desperta interesse de gigantes do continente. Danilo Santos corre por fora e pode brigar por uma vaga. Meia: Breno Bidon (com Lucas Paquetá na disputa) Talvez seja o setor mais carente da seleção atualmente. Paquetá ainda teria espaço pela experiência, mas, se dependesse de mim, apostaria no talento de Breno Bidon. Vejo o meia do Corinthians com potencial para, em pouco tempo, estar em um dos grandes clubes da Europa e assumir esse protagonismo. Ataque: Estêvão, Endrick e Vini Jr. Não mudaria muito aqui. Estêvão e Endrick representam o futuro da seleção, enquanto Vini Jr. segue sendo um dos principais jogadores do mundo. Martinelli e Rayan aparecem logo atrás, prontos para disputar posição. Continua após a publicidade Assim, a minha seleção ficaria da seguinte forma: Carlos Miguel; Wesley, Beraldo, Gabriel Magalhães e Carlos Augusto; Éderson, Bruno Guimarães e Breno Bidon; Estêvão, Endrick e Vini Jr. E você, concorda com esse time ou escalaria uma seleção completamente diferente? Monte a sua nos comentários. Quero ver quem consegue fazer melhor! Opine! Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milton Neves por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Renan Santos rebate Flávio Bolsonaro: 'É especialista em defender inimigos' Carioca, Tarcísio critica Marina e Tebet por se candidatarem em SP Quem é o campeão de 98 que falou mal do Brasil e vê Ronaldo acima de Zidane Mudas de costela-de-adão serão fiscalizadas pelo governo; entenda regras Irã chama Trump de 'criminoso' e diz que responde à vulgaridade com ações