🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte São Paulo e Boca jogam pelo tamanho de suas camisas, não pelo futebol Walter Casagrande Jr. e UOL Do UOL, em São Paulo 08/09/2026 11h24 Deixe seu comentário Torcedores do Boca Juniors fazem festa na Bombonera Imagem: CLEITON LIMA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Nesta terça-feira (8), teremos um jogo com muita história, com times de muitos títulos mundiais, com camisas pesadas, mas que hoje em dia são clubes em plena crise existencial. O São Paulo tem três Libertadores e três Mundiais de Clubes, e o Boca tem seis Libertadores e três Mundiais de Clubes, além dos títulos nacionais que possuem, mas ambos atravessam um momento crítico, tanto administrativamente quanto em campo. São dois times fracos pelo tamanho da história que têm, mas que vão se confrontar pelas quartas de final da Copa Sul-Americana, uma espécie de Série B da América do Sul. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Serão dois jogos em estádios históricos do futebol mundial. O primeiro confronto será no místico estádio da Bombonera, que já foi considerado um grande terror para os adversários, mas há alguns anos não é mais tão aterrorizante assim. Na semana que vem, a partida de volta será no Morumbi, que por décadas foi o maior estádio particular do mundo e palco de conquistas na Libertadores. O local criava um clima desconfortável para os adversários, mas hoje em dia, assim como a Bombonera, não é tão hostil assim. Isso mostra que, no passado, valorizavam-se demais os estádios, mas eram os grandes times de Boca e São Paulo que faziam a diferença e assustavam os adversários de qualquer lugar. Sinceramente, não vejo um favorito neste confronto porque são dois times igualmente limitados. Talvez, neste momento, os estádios e seus torcedores possam realmente favorecer um ou outro na competição. Seguindo esse raciocínio de igualdade por baixo, talvez o São Paulo seja ligeiramente favorito por jogar a segunda partida em casa. Mas é só uma questão de ordem de confronto mesmo, porque não há um time que seja melhor do que o outro, e nenhum deles tem orgulhado seus torcedores nos últimos anos. Continua após a publicidade Os argentinos foram campeões nacionais pela última vez em 2022, e os brasileiros, em 2008, quando o São Paulo conquistou o inédito tricampeonato consecutivo sob o comando de Muricy Ramalho (em 2006, 2007 e 2008). Mas o maior problema nem é a falta de títulos, mas a falta de perspectiva de recuperação moral e futebolística dessas equipes. De qualquer forma, para a história, será um clássico mundial. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar