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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Algumas observações sobre a seleção brasileira Mauro Cezar Pereira Colunista do UOL 25/06/2026 11h36 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti durante jogo contra a Escócia Imagem: Reuters/Sam Navarro por Leandro Zago* Na vitória da seleção brasileira sobre a Escócia por 3 a 0, a opção pelo Rayan (e a entrada do Endrick) mostra que esse atacante pelo lado direito precisa ter características para compensar a mobilidade de dentro para fora de Vinicius Júnior. E ocupar a área quando necessário. O campo para o Casemiro defender ficou menor. Com isso, ele tem apresentado um posicionamento bem importante entre os zagueiros em alguns momentos, para os laterais serem mais agressivos na hora de pressionar — vira uma "linha de 5" quando um lateral do Brasil precisa marcar um pouco mais à frente. Josias de Souza Michelle faz Flávio perder terreno entre mulheres João Paulo Charleaux Eduardo Bolsonaro prega bombardeio aéreo ao Brasil Juca Kfouri Copa tem ritmo intenso; me preocupa lentidão do Brasil Aline Sordili Conta laranja passa pela biometria e deixa rastros A lógica do jogo do técnico Carlo Ancelotti continua sendo dar a bola ao adversário em alguns momentos para que ele suba um pouco, e a seleção tenha espaços nas costas. Posse não é uma prioridade. Parece ser menos agressiva que de algumas outras seleções, mas não se trata de falta desorganização, esse é estilo de suas equipes. A pressão do Ancelotti reduz opções e induz pra zonas e jogadores que julga vantajosos pressionar (como sempre foi no Real Madri). Não salta no primeiro ou em qualquer passe. Preserva a altura da linha de defesa (médio-alta) sem perder compactação. Parece menos agressiva ... https://t.co/XmZfktvHum -- Leandro Zago (@leandrozago) June 25, 2026 O treinador italiano está seguindo por um caminho com a bola parecido com o que a Argentina faz. Posse aparentemente mais "lenta" com o intuito de atrair o adversário e não sofrer contra-ataque. Com período mais curto de trabalho (assumiu um ano e um mês antes da Copa do Mundo), a seleção vai errar mais ainda, obviamente. E um resultado adverso pode interferir e gerar "pressa", atrapalhando a dinâmica. É o ônus de um trabalho com pouco tempo. * técnico do time de futebol principal do Betim (MG), com passagens por Atlético Mineiro, Santos, Botafogo-SP, Ponte Preta, Guarani, Palmeiras, Ferroviária, Corinthians e outros clubes, entre divisões de base e times profissionais. Siga Mauro Cezar no X Continua após a publicidade Siga Mauro Cezar no Instagram Siga Mauro Cezar no Facebook Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube Siga Mauro Cezar no Threads Siga Mauro Cezar no BlueSky Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Mauro Cezar Pereira por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Lula escolhe Teresa Leitão para liderança do governo após saída de Jaques 'Eu e meu filho vamos salvar o Vasco', diz Lamacchia sobre interesse na SAF Ministério abre investigação sobre CazéTV por anúncios de bets na Copa Márcio França será vice de Haddad em chapa para o governo de São Paulo Neymar buscou conexões com Vini Jr. e teve o sprint mais lento da seleção