🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Futebol Entre recordes e cobranças, Alisson chega à terceira Copa como titular Danilo Lavieri e Pedro Lopes Colunistas do UOL, em Nova Jersey 12/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Alisson, goleiro da seleção brasileira, no treino em Morristown Imagem: Ira L. Black/Getty Images Titular da seleção brasileira nas Copas do Mundo de 2018, 2022 e agora 2026, Alisson está prestes a alcançar uma marca reservada a poucos goleiros da história do Brasil. Ao entrar em campo no sábado, às 19h (horário de Brasília), contra Marrocos, ele igualará Gylmar dos Santos Neves e Taffarel como os únicos goleiros titulares em três Copas consecutivas pela seleção. Mas existe uma diferença importante, e Alisson sabe disso: Gylmar foi bicampeão mundial em 1958 e 1962. Taffarel conquistou o tetra em 1994. O camisa 1 da seleção de Carlo Ancelotti ainda busca o título que transformaria sua trajetória em uma das maiores da história da posição. "Se for dizer uma palavra para definir o sentimento é a honra. Acho que poder estar entrando junto com esses grandes nomes da história da seleção brasileira. Mas eu quero entrar no outro grupo, no grupo dos campeões, marcando o meu nome aqui na história da Seleção Brasileira, junto com os outros 25 convocados", disse na quinta-feira, em entrevista coletiva. Thiago Arantes Copa começou com 2 jogos ruins. E será assim mesmo José Fucs A narrativa de que Trump ameaça o Pix não é real Daniela Lima Alcolumbre sinaliza destravar análise da 6x1 Aline Sordili Anthropic monta rede de distribuição para o Claude Aos 32 anos, o goleiro do Liverpool admite que encara o torneio como uma oportunidade única. "Eu vou encarar como se fosse a última oportunidade, porque o futuro a Deus pertence. A gente não sabe o que vai acontecer no dia de amanhã." Alisson, goleiro do Brasil, bebe água durante jogo da Copa do Qatar 2022 Imagem: Li Ming/Xinhua Dores do passado As duas Copas anteriores terminaram de forma dolorosa para o goleiro. Em 2018, o Brasil caiu diante da Bélgica nas quartas de final. Em 2022, a eliminação veio nos pênaltis contra a Croácia. Alisson garante que escolheu transformar as frustrações em aprendizado. "Eu escolhi aprender do passado e eu escolhi ir em frente, procurar a possibilidade que eu tenho em frente a mim. É uma grande possibilidade, uma grande oportunidade, um grande privilégio. E eu me sinto feliz por estar aqui e ter a chance de tentar ganhar outra Copa do Mundo", disse. Questionado sobre críticas que ainda recebe por não ter conseguido evitar os gols decisivos das últimas eliminações, o goleiro rejeitou a ideia de carregar sozinho o peso dos fracassos. Continua após a publicidade "Na minha visão, quando se perde uma Copa do Mundo não se perde por causa de um jogador, a equipe toda é responsável. Temos a responsabilidade compartilhada aqui. O que mais me incomoda de tudo isso é não ter vencido", resumiu. Taffarel abraça Alisson antes da partida entre Brasil e Croácia. Imagem: GABRIEL BOUYS/AFP O ídolo virou professor Se Alisson busca alcançar Taffarel em títulos, o campeão mundial de 1994 continua sendo uma de suas maiores referências. O goleiro lembrou com detalhes da semifinal da Copa de 1998, contra a Holanda, quando Taffarel brilhou na disputa de pênaltis. "Eu tinha 6 anos e é muito vívido para mim esse momento dessa semifinal com a Holanda. Quando o Taffarel pegou o pênalti, ele [meu pai] pegou um bolo e enfiou na cara dele. Acho que por isso aquele momento ficou tão marcado", disse, arrancando risadas dos jornalistas. Hoje, a relação é bem diferente. Taffarel faz parte da comissão técnica da seleção e acompanha diariamente o trabalho de Alisson. "É um privilégio para mim poder trabalhar com o Taffarel, alguém que foi sempre um ídolo, uma inspiração, uma referência", elogiou Alisson. Continua após a publicidade "Tem sido um cara extremamente importante para mim, como um mentor mesmo. Segundo Alisson, o legado do ex-goleiro vai muito além do que fez dentro de campo. Talvez as pessoas não enxerguem tanto a importância do Taffarel como treinador de goleiro", concluiu. Agora, o pupilo tenta alcançar o mestre. E sabe exatamente o que falta para isso acontecer: levantar a taça que transformou Gylmar e Taffarel em campeões do mundo. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora TCU contraria STF e cria novo penduricalho para servidores da cúpula Menino de 11 anos morre após suspeita de envenenamento com bolo no RJ Seleção aposta em base que mais perdeu Copas para evitar o maior jejum 'Não sinto falta de novela': a volta de Nuno Leal Maia aos palcos após anos Mbappé pede que Deschamps não treine a Itália: 'Contratem um italiano'