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Futebol 'Em termos de conjunto, a seleção é um desastre', diz Arnaldo Ribeiro Do UOL, em São Paulo 14/06/2026 09h18 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A estreia do Brasil deixou "um vazio muito grande" e expôs uma seleção sem conjunto e sem grandes individualidades, avaliou Arnaldo Ribeiro no Posse de Bola , do Canal UOL. Na leitura do comentarista, a expectativa antes do jogo passou pela curiosidade com o trabalho de Carlo Ancelotti, mas a atuação reforçou dúvidas sobre organização e sobre o que pode mudar nas próximas partidas da Copa do Mundo 2026. O que ficou depois do jogo é um vazio muito grande. Muito grande. E que, se talvez tivéssemos um comandante brasileiro, fosse o Tite, ou Dorival, ou o Diniz, a gente estivesse se descabelando aqui. Porque, de fato, a seleção brasileira, em termos de conjunto, é um desastre. Talvez o Ancelotti tenha pensado numa forma de atuar durante o seu período todo, que é aquela fórmula com quatro atacantes, que é mais a fórmula do final do jogo, e não do início do jogo. Arnaldo Ribeiro PVC Ancelotti acredita que estreia não é fundamental Mauro Cezar Trabalho de Ancelotti na seleção é ruim demais Milly Lacombe Que jogo horroroso e covarde fez o Brasil Letícia Casado Lula e Flávio enfrentam dificuldade em MG Arnaldo disse que a discussão antes da estreia já carregava uma esperança de "coelho na cartola", com alguma nova organização e um trio no meio-campo. Só que, para ele, as alternativas testadas ainda não encaixaram. O comentarista também comparou o Brasil com outras seleções que já entraram em campo e afirmou que a diferença de conjunto chama atenção. Ele citou Estados Unidos e Marrocos como exemplos de times que, na estreia, pareceram jogar "outro esporte". Quando você tem, na discussão de um pós-jogo, quatro, cinco, seis para perder a posição no time, você percebe que você não tem nada. Você não tem um conjunto, você não tem grandes individualidades. Você começa a prestar atenção nos outros times, nas outras seleções. Como comparar a Seleção Brasileira com a Seleção Norte-Americana na estreia? É impossível, parece que é outro esporte. Como comparar Brasil com Marrocos? Em termos de conjunto e tal. Isso é meio chocante. Arnaldo Ribeiro Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Rodrigo Mattos entrou no debate para apontar que a lista de jogadores sob risco de perder espaço poderia ser ainda maior, sinal de que o time ainda não tem uma base clara. Arnaldo concordou com a leitura e sustentou que a estreia foi das mais frustrantes que acompanhou. Danilo Lavieri afirmou que Ancelotti indicou, em entrevista coletiva, que pretende mexer na equipe após reconhecer erro e dizer que o time precisa mudar. Para ele, o técnico evitou individualizar, mas repetiu que o primeiro tempo foi "muito ruim". Ficou bem claro que a gente errou e ficou bem claro que a gente precisa mudar. (...) Ele preferiu não individualizar. Ele não respondeu a pergunta do porquê entra e quem não entra. Ele não quis falar de nomes, mas ele ficou falando todas as respostas, todas as horas que ele podia, e falou: "Nosso primeiro tempo é muito ruim, nosso primeiro tempo foi muito ruim". Danilo Lavieri Continua após a publicidade Relacionadas Mauro Cezar: 'É uma das maiores falácias dizer que o Vinícius não joga' 'Trabalho do Ancelotti é ruim demais; Brasil não tem nada', diz Mauro Cezar Má fase dos líderes levanta dúvidas sobre espinha dorsal de Ancelotti Já Mauro Cezar avaliou que a seleção entrou na Copa do Mundo 2026 sem apresentar sinais de evolução no período anterior e que o cenário pós-estreia reforça a sensação de que "não tem nada" consolidado. Arnaldo disse que, mesmo com a chance de reconstrução ao longo do torneio, "pelo cheiro da estreia, o cheiro não é bom". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Russell de volta, Hamilton animado, corrida agitada: o que esperar do GP Brasil só aparece com a camisa na estreia e escancara velhos problemas Quem pode sair e quem pode entrar depois dos problemas na estreia Má fase dos líderes levanta dúvidas sobre espinha dorsal de Ancelotti Nem tudo são flores: tropeço mostra a Ancelotti pressão de treinar o Brasil