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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria é sobre a apresentação do novo técnico do Corinthians, Fernando Diniz, e suas primeiras declarações sobre o clube, jogadores e objetivos.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: Mencionado como clube anterior de Diniz, com foco na adaptação a diferentes elencos e filosofias de jogo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como clube anterior de Diniz, com foco na adaptação a diferentes elencos e filosofias de jogo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como clube anterior de Diniz, com foco na adaptação a diferentes elencos e filosofias de jogo.

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Motivo: Mencionado pelo trabalho de Marcelo Paz.

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Motivo: Mencionado como comparação com o trabalho do Fortaleza em termos de dificuldade para conquistar títulos.

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Motivo: Mencionado como comparação com o trabalho do Fortaleza em termos de dificuldade para conquistar títulos.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Dorival Júnior Fernando Diniz Memphis Depay Breno Bidon Tite André Marcelo Paz

Conteúdo Original

Futebol Diniz quer permanência de Memphis no Corinthians e diz: 'É um presente' Fábio Lázaro e Renan Liskai Do UOL, em São Paulo 07/04/2026 15h53 Deixe seu comentário Resumo Fernando Diniz, técnico do Corinthians, durante treino no CT Joaquim Grava Imagem: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians O técnico Fernando Diniz quer a permanência de Memphis Depay no Corinthians. Em sua entrevista de apresentação, na tarde de hoje, o novo comandante do Timão afirmou que ter o holandês no futebol brasileiro "é um presente". Espero, de fato, que ele fique. Memphis vindo para o Brasil é um presente para o futebol brasileiro. Desde que chegou, em 2024, foi muito importante. Os momentos decisivos, das conquistas, ele sempre esteve presente e atuante. Você sabe que pode decidir o jogo a qualquer momento, se reconhece como grande jogador, gostar de estar no Brasil, no Corinthians, de ser decisivo e tem carisma para isso. Difícil ter um jogador desse quilate no Brasil. Fernando Diniz O contrato de Memphis Depay está no fim . O atual vínculo do holandês vai até a Copa do Mundo, e o clube se movimenta para tentar a renovação. Juca Kfouri O vento sopra a favor do São Paulo no Uruguai Daniela Lima Flávio busca vice no PP para atrair União Brasil Josias de Souza Alarme da impopularidade toca na campanha de Lula Sakamoto Trump amarelou de novo, mas a barbárie continua Diniz também abordou o uso de jovens no elenco . O treinador citou os casos de André e Breno Bidon, que vinham sendo titulares com Dorival Júnior nos jogos anteriores. Para mim, é algo que realizo em toda a carreira essa aproximação com os jovens. André e Bidon são realidades, mas garoto sempre precisa de alguém perto. Estão passando por um momento de euforia e agora de maior cobrança. Eles se formam nestes momentos. Bidon e André têm estradas brilhantes pela frente. Os outros também. Tenho um olhar muito atento para a base. Isso não é uma promessa porque às vezes você quer lançar, mas não é momento. Todos eles vão ser olhados por mim, tenho boas referências. Fernando Diniz O que mais ele disse? Sonho realizado . "Sou um cara que nasci em Minas Gerais, mas vim com nove meses para a Zona Leste. Depois que casei faz mais de 20 anos que estou no bairro onde moro, no Tatuapé. Me senti feliz e motivado. Sei o desafio que é o Corinthians. Já estive perto de vir umas quatro ou cinco vezes e agradeço a Deus por não ter vindo porque hoje estou preparado. Em 97 participei de um time extremamente vencedor. Ganhou o Paulista. Em 98, comecei o ano em que foi campeão brasileiro. Tem pessoas da minha época aqui. Estou muito feliz e motivado." Adaptação aos elencos . "No fundo, sempre estou me adaptando aos elencos. O São Paulo eram três times diferentes. No primeiro tinha um ponta, o outro com o Pato centroavante. Depois, quando quase foi campeão, jogava sem pontas e sem laterais de profundidade e sem atacantes de profundidade. O São Paulo foi camaleônico, com muitas mudanças. Vasco e Flu diferentes também. Aqui, minha ideia é procurar fazer o possível para ter os melhores jogadores em campo. Importante ter os jogadores confiança e coragem e eles vão dizendo como vou montar o time." Bom momento vale muito . "A gente não pode abrir mão de ter ponta, que são jogadores que tem velocidade e características, mas o São Paulo, por exemplo, não tinha, na última fase. Mais do que ter jogadores com caraterísticas é ter jogadores em bom momento." Continua após a publicidade Relacionadas Diniz abriu mão de período sabático por sonho de treinar o Corinthians Corinthians anuncia a contratação do técnico Fernando Diniz Libertadores tem invasão de zebras em ano com brasileiros 'em falta' Mensagem que quer trazer . "Acho que todo dia é dia de disputar títulos. Faz parte do que penso no futebol e vida. A gente ganha títulos todos os dias, hoje, amanhã. Um time do tamanho do Corinthians tem que pensar em títulos todos os dias. Clube gigantesco. Torcida que dispensa todos os comentários. Está na boca de todos. Até jogar contra aqui é bom porque é um show da torcida. Temos que corresponder o calor da torcida e como ela reage a todos os momentos. A gente tem que aprender com a torcida a ser parecido com ela." O que não pode faltar? "Principais características dos times que eu dirigi são ser solidário e ter coragem. As pessoas acham que a parte tática tem uma prevalência... Para mim, não tem e nunca vai ter. Não tem tática que sobrepõe a falta de domínio, coragem e vontade. Esse time ganhava uma Supercopa do Brasil há dois meses e tudo mudou. Ninguém desaprendeu e a jogar." Repercussão sobre estilo próprio . "Procuro fazer aquilo que considero melhor para os jogadores e torcedor, que seja um time solidário, corajoso, com vontade de vencer. Ninguém sabe o suficiente, sempre há coisas para aprender. Trabalho muito, assisto muitos vídeos, gosto de trabalhar os bastidores com os jogadores. Pelas pessoas acharem algo diferente. Mas isso não é algo que me incomoda, meu objetivo essencialmente não muda. Fui um cara que joguei futebol, tenho uma conexão facilitada com os jogadores, para ter conexão com os torcedores. Não sei porque tem tanta repercussão. Acontece e vamos lidando cada vez melhor com isso." Diversidade de jogadores . "Comecei hoje a me aproximar dos jogadores, facilitar para que todos entendam. E essa diversidade ajuda o Corinthians. Temos jogadores de diferentes nacionalidades, uma grande estrela, como o Memphis, jogadores que estão se projetando de maneira cada vez mais positiva, importante estar disponível e ajudar todos de alguma forma. Em um a gente vai conseguir avançar mais, outros não, mas a vontade de ajudar é igual." Pressão da torcida . "É normal um time que tem o tamanho dessa torcida e a força da organizada viva isso. Os jogadores têm que aprender cada vez mais a jogar no Corinthians. É saber lidar com isso. A minha presença aqui é para ajudar eles a saberem lidar com isso e tirarmos algo positivo disso e transformar em resultado dentro de campo. Conseguindo isso, acalma todo mundo." Termômetro da torcida . "Não interfere. Eu me sinto bem acolhido, estou motivado e feliz. Vejo gente empolgada, torcedor na rua, pessoal aqui da zona leste. Esse torcedor importa muito. Se fizemos uma enquete, da minha personalidade e história, quase todo mundo achou que isso um dia ia acontecer. Eu também acho, combino com o Corinthians. A minha cara combina com isso aqui, por eu ser inquieto, ter coragem. Temos tudo para dar certo. O torcedor só quer ver o time ganhar. O Tite também era muito rejeitado, lembra do Tolima? A torcida está na dela, e a gente na nossa. Vamos trabalhar, fazer o melhor e ganhar jogos." Continua após a publicidade Marcelo Paz . "O trabalho dele no Fortaleza foi muito pouco exaltado, é muito mais difícil levar o Fortaleza a duas Libertadores do que o Palmeiras e o Flamengo serem campeões brasileiros nesse período recente. É um trabalho muito diferente, projetou muita gente, driblou logística. Foi um trabalho de profissionalismo exemplar. Tivemos um namoro que durou cinco anos para nos encontrarmos aqui no Corinthians. Foi o momento certo para ambos. O primeiro impacto com o Osmar foi muito positivo, o futebol precisa de mais gente com esse espírito. A impressão sobre o presidente foi a melhor possível, me faz ter mais ânimo para estar aqui." Questão política . "Acho que a gente tem que focar no que controlamos. Não temos controle sobre questão política. Embora o time viva um momento de dificuldade momentânea, vem de três conquistas. Time sabe vencer. Temos que focar no que temos de positivo e o que temos o mínimo de controle." Jogos importantes em sequência . "A gente tem que aproveitar os bons trabalhos. Foram bons trabalhos com Ramón e Dorival. Ascensão dos jogadores, conquistas de campeonatos. Taticamente colocando o que foi possível. Primeiro contato dos jogadores, tem muita gente qualificada, gente que conheço de outros clubes. Minha estratégia é ouvir e montar, segundo o que aprendi, o melhor time para vencer os jogos. Não há coisas exageradas ou mágicas a serem feitas." Como equilibrar ataque x defesa . "Vamos trabalhar e evoluir em relação isso, número exagerado e inquestionável. O ofensivo é bom, temos que mante. Temos que melhorar o número de chances cedidas. No Vasco, o número de chances cedidas do Vasco diminuiu muito de um ano para o outro." Versão de Diniz no Corinthians . "Espero que seja a minha melhor versão de tudo que acumulei. São 17 anos que corri para chegar aqui. Me sinto preparado para esse desafio. Temos jogadores, como citei, de qualidades e idades diferentes. Temos um saldo qualitativo para esse período que vamos trabalhar juntos." Bidon e Garro juntos . "Acho que podem atuar juntos, mas isso não quer dizer como vão atuar juntos. Tem que ver como se adaptam jogando juntos. Já jogaram lá atrás, mas na maneira que eu for propor há possibilidade." Continua após a publicidade Como recebeu contato do Corinthians . "Eu tinha colocado uma coisa de maneira inexorável que não iria trabalhe até a Páscoa, estava vendo um filme com a minha esposa e só vi a mensagem 1h30. Ele estava acordado e as nossas conversas começaram por volta de 1h15 e o interesse era grande das duas partes." Jeito explosivo . "Quem está assistindo não conhece porque a imagem é o Diniz da beira do campo e da entrevista e eu garanto a você que sou muito mais que isso. Tenho uma relação construída com os jogadores cada vez mais profunda. Tenho alegria de ser aquele jeito porque esse Diniz consegue ajudar os jogadores. Sara, Rayan, Gabriel Magalhães... Obviamente que em algum momento você passa do tom e tem que saber se corrigir, mas aquilo tem um fundamento positivo. Quase sempre quando estou cobrando por falta de vontade há uma causa justa. Minha vida é de doação para o jogador, eu gosto de mudar a vida dos jogadores através do futebol e quero que esse impacto se torne um jogo mais bonito, eficiente e de conexão com a torcida. Os jogadores que eu mais estourei são os que mais conseguem evoluir, um dos mais cobrados do Vasco foi o Rayan, que foi perguntado e disse que sou um pai para ele." Mais sobre o jeito . "Tem os dois aspectos, mas o positivo prevalece ao negativo. Eu preciso me policiar porque há momentos que a exposição não é boa. Mas sou um cara espontâneo. Me permito ser tudo que tenho vontade de ser quando estou no campo. Sempre na intenção de ajudar, com o tempo você vai corrigindo e melhorando. Eu era criticado porque era muito expulso e faz dois anos que não sou expulso. Sabia que a expulsão por conta do meu jeito não era positiva. Nessa questão da exposição eu preciso me policiar e melhorar porque escapa e não foi bom. É você corrigir melhorar faz parte da minha personalidade." Garro . "Garro é um jogador extremamente talentoso. Quero ajudar ele recuperar essa estima que ele tem por si mesmo. No treinamento de hoje ele foi um dos destaques, estava muito solto. Terei o maior prazer em ajudá-lo e, se conseguir, será motivo de grande alegria." Laterais no esquema de jogo . "Serão utilizados conforme os jogos pedirem. Falei para eles que fizeram algo difícil que é se afirmar no Corinthians. São jogadores hoje com identificação com o clube, já venceram, podem postular chances na seleção, é uma posição carente." Hugo com os pés e jogadores afastados . "Sobre o Alex Santana, vou ver com calma. Ainda vou ver isso com calma. Como jogador, eu gosto, conheço ele faz tempo. Sobre o Hugo com os pés, eu trabalhei com o Fábio no Fluminense, que não jogava nada com os pés e tinha 40 anos. Ele evoluiu muito com o pé. O Hugo tem um pé melhor do que as pessoas acham. O goleiro não é o Garro ou o Memphis, temos de dar opções boas e deixar ele confiante para tomar a melhor decisão. Os times que eu dirijo chutam bola para frente. No Vasco tinha muita ligação direta. O Hugo vai melhorar a condição dele com os pés e ele vai saber tomar as melhores decisões." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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