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O dia do Brasil foi dividido entre a esperança juvenil e a prudência do novo comandante: a seleção sub-20 mantém viva a esperança de garantir vaga na Copa do Mundo [ ], e Carlo Ancelotti pregou moderação em sua chegada à seleção principal [ ]. Ancelotti foi claro: "Não quero inventar, porque o futebol já foi inventado há muito tempo" — e avisou que os amistosos contra Coreia do Sul e Japão, nos dias 10 e 14 de outubro, serão para dar clareza às escolhas, não para fazer experiências arriscadas [ ]. Na tática, o técnico afirmou que alternará entre o 4-3-3 e o 4-2-4, levando seis meio-campistas para reforçar a primeira hipótese; a opção com quatro atacantes já havia sido usada nas vitórias sobre Paraguai e Chile quando os adversários se fecharam demais [ ]. Sobre os goleiros, Ancelotti destacou a preferência por arqueiros que defendam primeiro com as mãos — um ponto que ele associou a Taffarel — e justificou convocações como a de Hugo Souza; a lesão de Alisson abriu espaço para a volta de Ederson, representando o goleiro moderno com jogo de pés mais desenvolvido [ ]. No ataque, a convocação de Igor Jesus surge como busca por presença de área, enquanto João Pedro é tratado com cuidado pela condição física; Pedro e Kaio Jorge seguem no radar como opções de mobilidade e presença na área [ ]. Resumindo: a base jovem respira esperança [ ] e a seleção principal opta pela prudência e objetividade — "jogar bem, ganhar" — como prioridade imediata na preparação rumo à Copa [ ].