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Futebol Uefa e Concacaf discutem Liga das Nações conjunta com 96 seleções a partir de 2028 São Paulo 21/08/2026 15h20 Deixe seu comentário Aleksander Ceferin, presidente da Uefa Imagem: DANIEL ROLAND/AFP Uefa e Concacaf iniciaram conversas para criar uma Liga das Nações conjunta, com a participação das 96 federações filiadas às duas entidades. A competição reuniria seleções da Europa, da América do Norte, da América Central e do Caribe e poderia ser lançada depois da Eurocopa de 2028. O projeto ainda está em fase inicial, mas prevê a distribuição das equipes em divisões de acordo com o desempenho esportivo. Na elite, potências como Espanha, França, Inglaterra e Alemanha poderiam enfrentar em partidas oficiais as principais seleções da Concacaf, entre elas México, Estados Unidos e Canadá. A fase de liga seria seguida por confrontos eliminatórios e um torneio final com quatro participantes. Pelo desenho em discussão, os jogos da primeira fase ocupariam as datas internacionais de setembro, outubro e novembro. As eliminatórias seriam realizadas em março, e a decisão ficaria para junho. O novo torneio substituiria compromissos já existentes, sem ampliar inicialmente o número de partidas das seleções. Os confrontos também seriam agrupados geograficamente para reduzir viagens. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Além do interesse esportivo, a competição apresenta forte potencial comercial ao levar seleções europeias para atuar regularmente em mercados como Estados Unidos, México e Canadá. Parte da arrecadação seria compartilhada entre os participantes, medida que poderia gerar novas receitas para federações menores. Ainda não está definido se o projeto precisará da aprovação da Fifa. Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play A negociação ocorre em meio ao desgaste de Uefa e Concacaf com a presidência da Fifa. As duas confederações criticaram a tentativa, posteriormente retirada, de criar uma empresa responsável por ativos comerciais dos torneios da entidade e abrir parte do negócio a investidores privados. A crise aumentou a pressão sobre Gianni Infantino e alimentou discussões sobre uma candidatura de oposição na próxima eleição da Fifa. A entidade europeia preferiu não comentar, enquanto a confederação das Américas destacou apenas seu histórico de colaboração internacional. A aproximação entre ambas, porém, foi formalizada em abril por um memorando de entendimento válido até 2031, que permite o desenvolvimento de novos projetos conjuntos. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino