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O Rio de Janeiro viveu uma tarde de glória no último domingo (27) com a primeira partida da NFL disputada na cidade. Em jogo eletrizante e decidido no último lance, o Baltimore Ravens venceu o Dallas Cowboys por 34 a 31 diante de quase 73 mil pessoas nas arquibancadas do Maracanã.
O sucesso da partida passou diretamente pelo estado do gramado do estádio, que sobreviveu a um verdadeiro “teste de fogo”, levantando dúvidas nos dias que antecederam o evento em solo carioca.
O sentimento após o fim do jogo, no entanto, foi de que a preparação para a NFL ajudou (e muito!) na hora de a bola oval subir no Maracanã.
A ESPN detalha abaixo o que personagens de Baltimore Ravens e Dallas Cowboys falaram a respeito do gramado do Estádio Jornalista Mário Filho.
Brian Schottenheimer, técnico do Dallas Cowboys
“Achei que o campo aguentou bem. Lembro que o Turp (KaVontae Turpin) sofreu uma pequena queda em uma terceira descida. Ontem (sábado), já tínhamos vindo aqui e vimos que a superfície era um pouco mais lisa. O futebol americano é jogado em um campo diferente do futebol. Acho que a liga fez um bom trabalho. O gramado não teve ligação com o resultado do jogo. Eram só duas boas equipes de futebol lutando”.
Jesse Minter, técnico do Baltimore Ravens
“De maneira geral, acho que o gramado se manteve bem. Não vi muitos jogadores caindo ou algo assim. Nossos atletas estavam com a mentalidade: ‘Vamos jogar a partida. Não importa se é em um estacionamento ou em um campo, vamos jogar 60 minutos e ver o que acontece’. Créditos para os rapazes, que deram tudo de si para entregar o melhor”.
Lamar Jackson, quarterback do Baltimore Ravens
“O campo vai ser o campo. Nós não nos importamos com ele. Só sabemos que, quando a hora chegar, vamos jogar futebol. É tudo o que podemos fazer. E essa viagem para o Brasil foi maravilhosa. Os fãs, os cidadãos do Brasil foram fantásticos”.
Tyler Loop, kicker do Baltimore Ravens
“Tentamos não prestar muita atenção nisso, porque, ao fim do dia, é algo que você não pode controlar. Falamos na reunião que o campo não liga para quem ganha. Como time, temos que ir lá e ser o melhor. Às vezes, é achar um jeito de ser o melhor que você puder. Fizemos isso quando mais importou”.
Dak Prescott, quarterback do Dallas Cowboys
“Quanto ao campo, estava tudo certo. Talvez não atenda aos padrões de algumas pessoas, mas todos nós estamos acostumados com isso. Sei que, se voltarmos — ou quem quer que venha na próxima vez —, será ainda melhor. Estou muito animado com o fato de a liga continuar crescendo internacionalmente. Acho que nós também vamos ficar bem”.