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Futebol Endrick ganha chance na hora decisiva e traz nova energia para seleção Danilo Lavieri , Paulo Vinicius Coelho (PVC) , Pedro Lopes e Thiago Rabelo Do UOL, em Houston (EUA) 02/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ancelotti conversa com Endrick no intervalo de Brasil x Japão Imagem: Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images Escolhido para mudar o jogo após o Brasil ir para o intervalo perdendo por 1 a 0, Endrick não conseguiu balançar as redes contra o Japão, mas teve a apresentação aprovada pela comissão técnica. A ideia era que o jovem pudesse reforçar a presença do time na entrada da área, onde os japoneses se seguravam com uma linha de cinco jogadores logo à frente da meia-lua e com uma outra linha de quatro cerca de dez metros à frente. Nos 45 minutos em que esteve em campo, Endrick tocou na bola 14 vezes, fez arrancadas com posse por 60 metros no total e chutou uma vez. PVC Existe um abismo entre Brasil e França Casagrande Futebol dá alegrias, mas também tristezas imensas Josias de Souza Michelle aprisiona Flávio no interior de agenda negativa Tony Marlon Trabalho de psicóloga é trunfo do Brasil na Copa Mas mais do que as ações dele com a bola, foi possível ver que a defesa do Japão precisou sempre ter mais atenção com a presença do atacante, deixando algumas vezes dois marcadores para segurá-lo perto no meio-campo mesmo quando tinham a bola. "Podemos começar dessa maneira. A verdade é que precisávamos mais de força na área. Endrick podia dar essa força e mais presença na área. Fez um jogo muito bom porque estava intenso e era muito perigoso", analisou Ancelotti após o jogo. Outra fator que ficou evidente no estádio era que, a cada toque de Endrick, as arquibancadas levantavam. Já na sua entrada, houve vibração e, depois, a cada arrancada, os gritos aumentavam. O ambiente foi alterado positivamente para o Brasil com a entrada dele. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Endrick ficou fora da estreia e virou personagem porque ficou aquecendo por longos minutos na beira de campo e não escondeu a decepção quando não entrou. Depois disso, entrou por 26 minutos contra o Haiti, oito minutos contra Escócia e agora por 45 minutos na 2ª fase diante do Japão. Com acréscimos, ele já esteve em campo mais de 70 minutos. No jogo de segunda, ele entrou antes de todos os seus concorrentes: Igor Thiago, Luiz Henrique e até Martinelli, que entraria alguns minutos depois para fazer o gol da virada, ficaram no banco. A seleção brasileira volta a campo no domingo, às 17h (horário de Brasília), quando enfrenta a Noruega pelas oitavas de final. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Em dia de Santo Claus, EUA perdem seu centroavante africano contra Bélgica Gol da Bélgica em virada insana bate recorde na história das Copas Durigan critica sanções dos EUA contra suspeitos de elo com PCC Pochettino critica Claus após expulsão: 'Nunca foi para vermelho' Menino de 10 anos é acusado de matar sobrinha de 7 meses a tiros nos EUA