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Futebol Abel é eternizado em sala de troféus do Palmeiras: 'Aprendi a amar' Flavio Latif Do UOL, em São Paulo (SP) 17/07/2026 16h55 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Abel Ferreira foi homenageado e ganhou um espaço na sala de troféus do Palmeiras Imagem: Flavio Latif/UOL Abel Ferreira foi eternizado na Sala de Troféus do Palmeiras . O Alviverde promoveu uma homenagem ao técnico português nesta sexta-feira (17) por ele ter alcançado o posto de treinador com mais títulos na história do clube, com 11 conquistas. Parece que estou sendo apresentado no Palmeiras de novo... O que vai no meu coração é uma gratidão imensa. Quando chegamos em 2020, rapidamente percebemos a grandeza do clube. Não há treinador que vença sozinho e por isso falo no Todos Somos Um. Por isso sou muito grato à presidente, mas não posso deixar de agradecer ao Galiotte, todo o staff, a minha comissão técnica. Sou tanto melhor quanto forem os que me rodeiam. Abel Ferreira. "Vocês sabem que eu sou português e com muito orgulho, mas o Brasil e, em especial o Palmeiras, fazem parte da minha vida com muito orgulho, honra e gratidão. Ser palmeirense é um estilo de vida igual eu aprendi a amar", acrescentou. PVC Fifa transforma entrevista em Fan Fest bagunçada Juca Kfouri O que estão fazendo com o futebol é um crime Sakamoto Trump acusa conspiração enquanto lança uma Diogo Cortiz Brasil entra na 'ONU da IA' liderada pela China Veja outas falas de Abel Ferreira Permanência no Palmeiras por tanto tempo: "O que me faz e me fez ficar no Palmeiras foi a diretoria, foi a presidente [Leila Pereira]. Tenham certeza absoluta disso. É muito difícil encontrar um clube que tem um presidente que pensa como a nossa presidente, é muito raro". Palmeiras é o time mais exigente do Brasil: "Alguns dizem que há clubes que são tão exigentes nas vitórias que não há espaço para apostar na base... Não há nenhum clube no Brasil que tem tanta exigência para ganhar como o Palmeiras. E nós temos a coragem, a audácia e o risco de apostar, ajudar e cuidar destes moleques que depois vão nos dar orgulho". A vitória e a derrota mais marcante no Palmeiras: "A vitória foi a última (risos)... A derrota não consigo dizer, sinceramente. Qual foi a que nos custou mais? Eu estou sempre pensando no que vem a seguir. Já ganhamos tantos títulos, mas já perdemos algumas finais. Isso é o esporte, é o futebol, é a vida. Não é feita só de rosas". Relação com a imprensa: "Às vezes eu não sei me expressar, sinceramente. Ao invés de dizer 'os jornalistas', eu deveria dizer o nome da pessoa. É meu erro. O futebol precisa de vocês. Não é com todos os jornalistas, eu sei quem está comigo, mas existem três ou quatro que me custa ouvir e engolir. E, quando eu vou na coletiva, eu acabei de sair de um jogo e ainda não respirei. E já me colocam um microfone na frente. Eu, ali, com uma dinamite aqui dentro, 'puf'. Não fico chateado quando dizem que o Palmeiras jogou mal, fico chateado quando me ofendem ou ofendem sobre minha família. Quando dizem mentiras". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 18/7 a 25/7 Moraes mantém Bolsonaro em domiciliar e proíbe visita com fins eleitorais Celina diz que PT só ganha em estados pobres, e sigla rebate: 'Preconceito' Quina acumula e prêmio sobe para R$ 9,5 milhões; confira as dezenas Flamengo vence Olimpia e encerra amistosos invicto antes do Brasileiro