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Análise dos Times

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Felipe Melo exalta atuação de Cristiano Ronaldo contra Uzbequistão: "Nunca duvidei dele" Uzbequistão vai a campo neste sábado para enfrentar a República Democrática do Congo com poucas chances de avançar para a próxima fase da Copa do Mundo. A partida, porém, tem um significado maior para o técnico Fábio Cannavaro, que enxerga esta primeira participação do país asiático no torneio como um legado para o futuro. + Barcelona Asiático? Como Felipão, Rivaldo e Zico mudaram a história de país estreante na Copa + Lembra dele? Craque da Copa de 2006 tem salário astronômico no Uzbequistão; veja valor 1 de 2 Cannavaro, em Uzbequistão x Colômbia — Foto: Raquel Cunha/Reuters Cannavaro, em Uzbequistão x Colômbia — Foto: Raquel Cunha/Reuters O time vem de duas derrotas, para a Colômbia, por 3 a 1, e a goleada por 5 a 0 sofrida para Portugal. O objetivo é juntar os cacos e buscar a primeira vitória no torneio, o que seria um feito inédito na história uzbeque. — Precisamos esquecer esses dois jogos e precisamos estar mais focados no nosso último jogo. Tento incentivar meus jogadores, tento melhorar meus jogadores, mas eu sabia a diferença entre as equipes, as duas equipes e nós.​ Para o futuro, espero conseguir limpar a mente dos meus jogadores para enfrentarmos o Congo em boas condições. Questionado se a goleada para Portugal teria sido o pior revés da carreira, Cannavaro minimizou o resultado e citou uma goleada de 6 a 2 sofrida para o Barcelona quando ele defendia o Real Madrid, em 2009. Para o treinador, seus jogadores cumpriram os papéis determinados dentro das próprias limitações e considera fundamental virar a página das últimas derrotas. 2 de 2 Khusanov tem 26 jogos e apenas duas derrotas pelo Uzbequistão — Foto: Reprodução/Instagram Khusanov tem 26 jogos e apenas duas derrotas pelo Uzbequistão — Foto: Reprodução/Instagram Embora tenha um dos zagueiro mais valiosos do mundo, Khusanov, joia do Manchester City, a seleção uzbeque se nega a exibir um futebol resumido à defesa. Mesmo diante poder de fogo de Colômbia e Portugal, o time não abdicou de tentar atacar. — Eu me exponho para ajudar meus jogadores, porque sei que esta é a primeira vez deles em uma Copa do Mundo. Eu disse a eles que podem errar passes, podem cometer erros, podem ter uma má atuação. Eu não me importo. Eu dou confiança a eles. Eu sempre vou dar confiança, porque só se eu der confiança eles vão tentar melhorar, vão se sentir melhor e não vão ter medo de jogar futebol. Os resultados mostram que a estratégia não foi bem sucedida, mas Cannavaro está em busca de construir uma filosofia, um legado. O italiano assumiu o Uzbequistão em outubro de 2025, e é um dos técnicos mais bem pagos da Copa. Ao todo, recebe um salário de 4 milhões de euros (cerca de R$ 23,5 milhões) por ano. Uma contratação que faz parte dos investimentos que o país asiático tem dedicado para desenvolver a infraestrutura de seu futebol. Nesse contexto, somar pontos contra a República Democrática do Congo vai ser um feito inédito na história uzbeque, mas também pode ser um passo fundamental para a construção para o projeto pretendido para o futebol do país. + Veja o Guia da Copa do Mundo + Veja a tabela da Copa do Mundo + Simulador: como será a caminhada de cada seleção?