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Luís Fabiano não conseguiu se eleger deputado federal por São Paulo . O ex-atacante disputou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo MDB nas eleições de 4 de outubro e não alcançou votação suficiente. Ao todo, recebeu apenas 9.613 votos. Luís Fabiano fazia parte da estratégia do MDB de buscar nomes ligados ao esporte para compor a chapa em São Paulo. São Paulo pode perder quarteto de titulares contra o Cruzeiro A pré-candidatura de Luís Fabiano ganhou repercussão nacional antes mesmo do início da campanha. No registro da candidatura na Justiça Eleitoral, feito em 30 de julho, o campo referente à orientação sexual do candidato apareceu preenchido como "assexual". A informação repercutiu nas redes sociais e virou motivo de piadas. A assessoria do MDB explicou que houve um erro no preenchimento dos dados durante a inserção das informações no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o partido, o registro não correspondia a nenhuma declaração de Luís Fabiano sobre sua vida privada. O cadastro foi corrigido em 4 de agosto, quando a orientação sexual foi alterada para heterossexual. Entre os ex-atletas que disputaram uma vaga na Câmara dos Deputados, apenas dois conseguiram se eleger — o ex-goleiro Danrlei (PSD-RS) e o ex-nadador Luiz Lima (Novo-RJ), ambos reeleitos. Na lista de derrotados estão Edmundo (PSDB-RJ), com 35.724 votos, Washington "Coração Valente" (MDB-DF) e Finazzi (MDB-SP), que somou 1.069 votos. Marcelinho Carioca (Republicanos) não conquistou vaga na Câmara Legislativa do Distrito Federal, com 2.494 votos, e Vanderlei Luxemburgo (Podemos-TO) ficou fora do Senado. Ex-dirigentes também passaram em branco. Marcos Braz e Eduardo Bandeira de Mello, ambos com passagem pelo Flamengo , não se elegeram no Rio de Janeiro. Em Minas Gerais, Alexandre Kalil (PDT), ex-presidente do Atlético-MG , recebeu 403.466 votos na disputa pelo governo estadual e não avançou ao segundo turno.