Conteúdo Original
Futebol Cuiabá cobra R$ 18 mi do Santos por Joaquim: 'Sentença não paga salário' Colaboração ao UOL 23/09/2026 10h25 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Joaquim, ex-zagueiro do Santos, é tema de imbr´glio com o Cuiabá Imagem: Abner Dourado/Agif O Cuiabá divulgou uma nota oficial informando que a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), da CBF, condenou o Santos a pagar R$ 18.616.377,46 ao clube mato-grossense. A dívida é decorrente da venda do zagueiro Joaquim ao Santos, em fevereiro de 2023, e da participação do Cuiabá na posterior transferência do jogador ao Tigres, do México. Segundo o clube, a última parcela venceu em janeiro de 2025. O Cuiabá afirma que renegociou o débito e abriu mão de parte do valor que tinha a receber, mas que o Santos pagou apenas a primeira de cinco novas parcelas. Tatiana Farah Lula vai ao Nordeste para socorrer candidatos Aline Sordili David Ellison herda CNN em meio a furacão Tony Marlon Futebol é a maior plataforma cultural do Brasil Elio Gaspari A favor da jogatina, só o Ministério da Fazenda O Dourado afirma que acionou a CNRD em maio de 2025. A decisão foi publicada 16 meses depois. Apesar do resultado favorável, o clube cobrou o pagamento imediato da dívida: O Cuiabá recebe a decisão com respeito, mas não com alívio. Sentença não paga salário. O que o clube espera agora é o pagamento imediato. Cuiabá, em nota oficial O Santos ainda pode recorrer ao Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA), conforme informado pelo próprio Cuiabá. Na nota, o clube também criticou a postura recente do Santos diante de outras cobranças: O histórico recente preocupa: nas cobranças movidas pelo Arouca e pelo Mônaco perante a FIFA, o Santos só pagou depois de receber transfer ban, embora já estivesse condenado havia meses. No mesmo período, segue contratando. Cuiabá, em nota oficial Cuiabá cita Corinthians e outras dívidas O clube afirmou que o caso do Santos não é isolado e voltou a citar valores que diz ter a receber de outras equipes brasileiras. Continua após a publicidade Relacionadas Gramado é a pauta da vez dos clubes na CBF após limite de estrangeiros Brasileirão pode ter G9 em ano com 'reajuste' de vagas na Libertadores Ex-seleção brasileira, Giuliano anuncia aposentadoria aos 36 anos Entre elas está o Corinthians, por causa da negociação envolvendo o volante Raniele. Segundo o Cuiabá, a dívida foi incluída pela CNRD em um plano coletivo de 24 parcelas trimestrais, com pagamentos previstos até 2031. O clube também afirma ter cerca de R$ 6 milhões a receber do Sport, pela venda do lateral Matheus Alexandre, e aguarda julgamento sobre a inclusão de um crédito de aproximadamente R$ 900 mil do Grêmio em um plano coletivo de pagamentos. De acordo com o Cuiabá, os créditos contra clubes brasileiros ultrapassam R$ 40 milhões. Veja a íntegra da nota: O Cuiabá Esporte Clube informa que, nesta data, a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF condenou o Santos Futebol Clube a pagar ao Cuiabá R$ 18.616.377,46. A dívida vem da venda do zagueiro Joaquim ao Santos, em fevereiro de 2023, e da participação do Cuiabá na revenda do atleta ao Tigres, do México. A última parcela venceu em janeiro de 2025. Para facilitar o acerto, o Cuiabá renegociou e abriu mão de parte relevante do que tinha a receber. Mesmo assim, o Santos pagou apenas a primeira das cinco novas parcelas. O Cuiabá acionou a CNRD em maio de 2025, e a sentença levou dezesseis meses para sair. Continua após a publicidade O Cuiabá recebe a decisão com respeito, mas não com alívio. Sentença não paga salário. O que o clube espera agora é o pagamento imediato. O Santos ainda pode recorrer ao CBMA. O Cuiabá deixa registrado desde já que não aceitará em silêncio o uso de recursos e expedientes processuais com o único objetivo de adiar mais uma vez o que é devido há quase dois anos. O histórico recente preocupa: nas cobranças movidas pelo Arouca e pelo Mônaco perante a FIFA, o Santos só pagou depois de receber transfer ban, embora já estivesse condenado havia meses. No mesmo período, segue contratando. O caso Santos não é isolado: Corinthians: a dívida pela venda do volante Raniele foi incluída pela própria CNRD em plano coletivo de 24 parcelas trimestrais, até 2031, corrigidas apenas pela inflação e sem juros. São condições extremamente favoráveis ao devedor e duríssimas para o credor. Mesmo assim, a parcela vencida em 17 de julho segue em aberto. Sport: deve cerca de R$ 6 milhões pela venda do lateral Matheus Alexandre. Grêmio: o Cuiabá aguarda julgamento sobre a inclusão de um crédito de aproximadamente R$ 900 mil em plano de pagamento coletivo. Outros clubes também devem valores menores. Continua após a publicidade Somados, os créditos do Cuiabá contra clubes brasileiros ultrapassam R$ 40 milhões. Por isso, o Cuiabá disputa a reta final do Campeonato Brasileiro com o caixa severamente comprometido. Isso não é resultado de má gestão. É consequência de contratos que outros assinaram e não cumprem. Enquanto isso, clubes devedores seguem no mercado, contratando e ampliando folhas salariais. No futebol brasileiro de hoje, quem paga em dia financia quem não paga. O Cuiabá não pede favor. Pede que contratos sejam cumpridos e que as decisões sejam executadas com a mesma rapidez com que a FIFA cobra os mesmos devedores. O clube reafirma sua confiança nas instituições do futebol e seguirá cobrando, por todos os meios regulamentares, cada valor que lhe é devido. Cuiabá Esporte Clube Cuiabá/MT, 22 de setembro de 2026 Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Cuiabá Esporte Clube (@cuiabaec) Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Internacional anuncia a contratação do técnico Eduardo Baptista Viúva de Rick desabafa: 'Como me despeço depois de 42 anos?' Endrick pode deixar Real em janeiro e atrai interesse de 2 times, diz site TSE manda Instagram retirar vídeo que associa Flávio Bolsonaro ao Master Corpos de Rick e das 4 vítimas de acidente aéreo são liberados à família