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Futebol Aliado diz que maioria apoia Infantino na Fifa: 'Levaria um tiro por ele' São Paulo 19/08/2026 18h21 Deixe seu comentário Gianni Infantino, presidente da Fifa Imagem: Luisa Gonzalez/Reuters Gianni Infantino tem sua gestão na Fifa sob ataque, mas sabe com quem contar. Véron Mosengo-Omba, presidente da Federação da República Democrática do Congo, disse que "levaria um tiro" pelo presidente da entidade máxima do futebol. Mosengo-Omba foi eleito presidente da Federação Congolesa de Futebol (Fecofa) em maio, sem opositores. Antes disso, ele já atuou na Fifa, como diretor de associações, até 2021. O dirigente tem relação com Infantino desde o tempo de universidade na Suíça. "A maioria das federações o apoia. Basta perguntar ao Congresso", disse ao The Guardian. "Não enviei uma carta de apoio porque não concordava com a forma como o projeto (a FFE) foi conduzido. Agora estão tentando atacar Gianni, mas estou pronto para levar um tiro por ele", completou. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O dirigente já foi secretário-geral da Confederação Africana de Futebol (CAF), apoiadora de Infantino e representante de 54 associações filiadas à Fifa. Junto de Conmebol e OFC, os africanos fazem contraponto à Uefa, Concacaf e AFC, embora cada continente tenha nuances entre seus países. Mosengo-Omba fez críticas ao projeto da Fifa Forward Enterprise (FFE), que buscava investimentos privados nas competições, mas ponderou sobre a postura de outras entidades em relação à ideia e a comparou com a relação da Uefa com a Champions League e a Eurocopa. "Gianni apresentou uma proposta semelhante, mas agora a retirou. Então, qual é o problema? O que eu não gostei, e onde acho que Gianni errou, foi a forma como tudo foi feito. Porque o risco era que muitas empresas pudessem acabar organizando a Copa do Mundo . Essa é a minha crítica a ele", declarou ao jornal britânico. "O projeto do Gianni era bom. Eu o aceitaria, mas faria algumas alterações. Poderíamos, por exemplo, permitir que uma confederação comprasse 20%. Essa é a minha ideia - talvez eu apresente a proposta no próximo congresso. Porque preciso de dinheiro para desenvolver o futebol no Congo. O povo aqui não tem nada. Receberíamos US$ 20 milhões por ano se isso acontecesse, e isso teria um grande impacto no meu país", concluiu. O mapa do futebol se reorganizou após a apresentação da proposta da FFE. Até 18 de novembro, serão definidas as candidaturas para o próximo triênio da Fifa, com eleições em março de 2027. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento'