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Análise dos Times

Santos

Principal

Motivo: O artigo foca na visão positiva da diretoria do Santos sobre a negociação de Lucas Veríssimo, destacando os moldes como modelo a ser seguido e um sucesso para o clube.

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Palavras-Chave

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Conteúdo Original

Voz do Setorista: José Edgar de Matos traz as novidades do Santos Embora Lucas Veríssimo não tenha data para chegar ao Brasil em função do espaço aéreo fechado na região do Catar , o Santos já considera a negociação um sucesso pelos moldes nos quais foi fechada. O prazo de pagamento e o fato de se tratar de um atleta com status de titular fizeram a diretoria vibrar. + Siga o canal ge Santos no WhatsApp! O Santos vai pagar 4 milhões de euros (cerca de R$ 24,4 milhões) pela contratação do zagueiro de 30 anos em parcelas anuais até dezembro de 2029, sendo 1 milhão de euros em cada uma delas. O modelo é considerado positivo para equilibrar o fluxo de caixa sem deixar de contratar. O diagnóstico é de que, mesmo sem dinheiro em caixa, o Peixe não pode deixar de brigar para ser competitivo no mercado e, por isso, precisa encontrar soluções criativas, mesmo que comprometam a longo prazo. A diretoria está "vacinada" contra a briga na parte de baixo da tabela do Brasileirão, como em 2025. A "lição" aprendida é de que hoje o Santos pode disputar jogadores num patamar "médio" financeiro e, com parcelamentos, conseguir se reforçar com nomes como o de Veríssimo. Mais sobre o Santos: + "Falou na emoção": presidente rebate Neymar + Oliva diz estar pronto para estrear pelo Santos 1 de 1 Lucas Veríssimo em ação pelo Santos — Foto: Ivan Storti/Santos FC Lucas Veríssimo em ação pelo Santos — Foto: Ivan Storti/Santos FC – Veríssimo vem de acordo com o que vínhamos fazendo, com valores compatíveis de mercado. O Santos não tem condições, como outros clubes, de gastar R$ 340 milhões em três jogadores. Mas pode fazer negócios médios. Os que temos feito nos últimos tempos: 3, 4, 5 milhões de euros. São números compatíveis e com formas de pagamento compatíveis, também. Com parcelas anuais, que não comprometem o caixa e te dão a possibilidade de planejar o pagamento – disse Teixeira. O Santos contratou seis jogadores na janela de transferências, com negociações em diferentes moldes: Gabigol (atacante) - emprestado pelo Cruzeiro, que paga a maior parte do salário; Lucas Veríssimo (zagueiro) - comprado do Al Duhail, do Catar, por 4 milhões de euros (R$ 24,4 milhões), com quatro parcelas anuais até 2029; Cristian Oliva (volante) - comprado do Nacional, do Uruguai, por 1,5 milhão de dólares (R$ 8 milhões); Gabriel Menino (volante) - emprestado pelo Atlético-MG para facilitar a liberação de Victor Hugo ao Galo, com contrato com cláusula de compra; Rony (atacante) - comprado do Atlético-MG por 3 milhões de euros (R$ 18,3 milhões); Moisés (atacante) - comprado do Fortaleza por 2 milhões de euros (R$ 12,3 milhões). Somadas as operações de compra de direitos, o Santos gastou 10,5 milhões de euros, o que equivale a cerca de R$ 64 milhões. O valor, porém, não vai sair do caixa do clube de forma imediata, já que há parcelamentos mensais ou anuais. Com uma folha salarial robusta e de salários altos como o de Neymar, o Santos tem postergado o pagamento de toda e qualquer dívida que seja possível. Recentemente, o clube gastou mais de R$ 15 milhões para pagar o Arouca, de Portugal, e derrubar um transfer ban da Fifa. O pagamento à vista só foi possível por uma antecipação de R$ 80 milhões da venda de Souza ao Tottenham, da Inglaterra, com um banco de fora do país. + Clique aqui e saiba tudo sobre o Santos 🎧 Ouça o podcast ge Santos🎧 50 vídeos