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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Mirassol segue invicto como mandante Juca Kfouri Colunista do UOL 01/11/2025 19h52 Deixe seu comentário Artur, do Botafogo, e Negueba, do Mirassol, em ação pelo Campeonato Brasileiro Imagem: Foto: Vítor Silva/Botafogo Carregando player de áudio Ler resumo da notícia No próximo dia 9, domingo, o Mirassol FC completa 100 anos de vida. E tem por que comemorar. Hoje mostrou mais vez. Juca Kfouri O golpe em gestação no Santos Vinicius Torres Freire Lula tem de criar amanhã um comitê emergencial Dora Kramer Cabe ao presidente liderar unificação de forças Milly Lacombe Mirassol e Botafogo fazem partida tenebrosa Caçula da Série A, recebeu o campeão brasileiro e continental, e o enfrentou de igual para igual, aliás, foi melhor que ele em primeiro tempo ruim, pelo menos em chances de gol, pois atingiu a trave do Botafogo, com Chico Costa, logo aos 8 minutos. O veterano Reinaldo, 36, suspenso, fazia falta não apenas na bola como pela liderança exercida. Invicto em casa de belo tapete natural, o Mirassol teve mais a bola, mas, como o Botafogo, errou passes demais. A expectativa era a de que víssemos um segundo tempo melhor, até porque pior seria impossível. Nem Rafael Guanaes, nem David Ancelotti mexeram para o segundo tempo e não deveria ser por outro motivo que não fosse o de castigar os 22 jogadores. Gabriel e Cristian, outros dois titulares do Mirassol, machucados, também desfalcavam a equipe, enquanto o Glorioso não tinha Montoro, Allan, Montoro, Savarino, Kaio, Corrêa, enfim, mais parecia um hospital. Continua após a publicidade Aos 13, Alex Teles pediu socorro médico no gramado, Ancelotti chamou Cuiabano, fez a troca, e Teles saiu com ar de desgosto. Aos 19, Shaylon no lugar de Guilerme Marques de um lado e, aos 20, Jeffinho e Arthur Ramos nos lugares de Chris Ramos e Santí Rodriguez. Trocas pra lá, mais trocas pra cá, o Mirassol foi para a pressão, mas era o Botafogo que, em contra-ataques, produzia mais perigo. O jogo era um pouco melhor e disputado lealmente, com boa presença de público, mais de 5 mil torcedores, que tomou chuva forte durante bom tempo, coisa que o interior paulista agradece, porque faz bem às plantações. No Maião cabem 15 mil pessoas, mas Mirassol tem pouco mais de 60 mil habitantes. Aos 34 foi a vez do veterano, e ídolo da cidade, Negueba, deixar o campo, para Neto Moura jogar. Continua após a publicidade Quando o jogo chegou aos 35 minutos a sensação era a de que os dois times poderiam jogar até amanhã que ninguém faria gol. O Mirassol mantinha, em quarto lugar, confortável vantagem sobre o Bahia, e o privilégio de ser, ao lado do Flamengo, o único invicto como mandante: 16 jogos, dez vitórias e seis empates. O Botafogo vê rivais estaduais nos calcanhares pelo sexto lugar e permaneceu atrás do Bahia. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Ana Carolina Amaral por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Barça aposta em boa fase de Vitor Roque para diminuir prejuízo, diz jornal Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 33,8 milhões; confira dezenas Idoso morre em BH após desembarcar de avião com falha na refrigeração Mulher morre ao cair de 4º andar de prédio em São Bernardo durante limpeza Vini perde pênalti, mas Mbappé comanda goleada do Real na volta de Endrick