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Futebol Raphinha vê seleção pronta para a Copa e admite que pode render mais Danilo Lavieri , Pedro Lopes e Thiago Rabelo Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 10/06/2026 16h22 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O meia-atacante Raphinha deu entrevista hoje no hotel da seleção brasileira e assegurou que a equipe está pronta para a estreia na Copa. "Acho que a gente teve períodos complicados na nossa preparação, mas acho que a gente chega muito bem para a estreia da Copa", disse ele. Ao mesmo tempo, no nível individual, o jogador reconheceu que pode render mais com a camisa do Brasil, sobretudo na comparação com as atuações no Barcelona. Tatiana Farah A boa e a má notícia da Quaest para Flávio José Fucs A guinada woke da Justiça vai além do caso Borel Alicia Klein Vai começar a Copa do Mundo da xenofobia Milly Lacombe Americanas fizeram pacto obsceno com arbitragem "Eu acho que eu já consegui entregar, sim, muita coisa pela seleção, obviamente que a gente não pode ser hipócrita e falar que foi igual o que aconteceu no clube, mas eu acho que dentro do possível, dentro daquilo que a gente estava passando, principalmente nesse último ciclo de Copa, acho que eu consegui entregar, sim, um bom futebol. Mas como a gente, principalmente dentro do vestiário, é muito consciente disso, que a seleção brasileira, ela é feita de resultados, se a gente não tiver resultado a gente vai ser cobrado, então a partir do momento que a gente está sendo cobrado por algo que a gente está fazendo no clube, eu acho que é porque a gente tem total capacidade de fazer isso pela seleção também. Eu, mais do que ninguém, eu sou um que se tiver que falar que a gente precisa melhorar, eu vou falar e não tenho problema com isso. E acho que a gente pode melhorar, não só eu como vários jogadores também têm essa consciência de que podem chegar o mais próximo. E a gente está trabalhando para conseguir isso", disse ele. O que mais Raphinha disse Vai jogar na esquerda ou como dupla de ataque "É uma decisão do Mister. Eu não faço nem ideia como eu farei. Sou uma pessoa que tento me adaptar a qualquer posição onde eu consiga exercer. Se eu tiver que jogar pelo lado esquerdo, eu vou tentar me adaptar o melhor possível pra jogar do lado esquerdo. Do lado direito, igual. Acho que do lado direito eu teria mais facilidade, por vir jogando há muito tempo pelo lado direito. Então, teria mais facilidade. Nas últimas duas temporadas, no começo, principalmente da outra temporada, eu tive que me adaptar pra jogar do lado esquerdo, principalmente no clube. E se eu tiver que me adaptar pra jogar no meio, também vou fazer do melhor jeito possível pra entregar um bom futebol. E aquilo que o professor pedir, eu vou estar pronto pra fazer. Então a minha ideia é tentar me adaptar o mais rápido possível pra conseguir entregar o melhor possível de mim. Marrocos "Ainda estamos vendo alguns lances deles, alguns pontos fortes, alguns pontos fracos, onde a gente possa ter mais facilidade para poder encarar esses pontos fracos e estar bem preparado para os pontos fortes deles. Então, a gente ainda tem bastante dias pela frente, até o jogo, para poder aprimorar melhor o que a gente precisa entender sobre eles". Continua após a publicidade História contra Ancelotti e agora jogando a favor "Acho que a história que ele escreveu dentro do futebol é algo admirável, não só para quem está trabalhando junto com ele, mas também para os adversários. Então, sempre que a gente tinha algum jogo contra o Real Madrid na Espanha, o cuidado era no máximo, ou 100%. Enfrentar um treinador como ele, com a história que ele tem, com a capacidade técnica que ele consegue fazer o time dele jogar, é sempre algo muito complicado. Felizmente, eu tive muita felicidade nos duelos contra ele e eu espero poder fazer tudo aquilo que eu fiz contra ele, fazer a favor dele, principalmente na Copa do Mundo. Como eu falei, eu vou buscar sempre dar o meu melhor, vou buscar sempre fisicamente, tecnicamente dar o meu melhor pela seleção, para poder dar bons resultados. Não só para ele, assim como para o grupo também que merece muito". Diferença de tratamento entre torcedor no Brasil e o de fora "Para ser sincero contigo, sinto que realmente é diferente o carinho do torcedor brasileiro comigo do que o pessoal de fora que me acompanha mais diariamente lá fora. Mas eu acredito que se eu tenho que me provar para alguém, isso é para mim, para meus pais, para minha esposa, para o meu filho. Isso eu tenho que provar para eles a cada dia. Infelizmente eu não posso mudar o gosto das pessoas, eu entendo que tem gente que não gosta do meu futebol, tem gente que gosta e está tudo bem. Como eu falei, eu tento dar o meu melhor sempre, vai ter dias que não vou conseguir entregar um bom futebol, mas a vontade eu sempre vou entregar, isso para mim é algo que é inadmissível, não entregar a vontade dentro do campo. Mas eu sempre busco dar o meu melhor e acho que é natural sair muito jovem. Brasil, tu não tem uma conexão com nenhum clube, é normal que a galera ainda desconfie, esqueci a palavra que tu usou, mas que não tem essa conexão, tá tudo bem". 'Cheguei imaturo para a Copa de 2022' "Senti mais pressão naquela Copa de 2022 do que nessa Copa, porque me vendo com os olhos de hoje, na Copa de 2022, eu cheguei muito imaturo para a Copa. Não só na seleção, no Barcelona também estava chegando, estava num período de adaptação. Na Seleção, também estava jogando, mas ainda assim sentia que não estava totalmente adaptado, com o que é vestir a camisa da seleção. Na Copa de agora, me sinto muito mais preparado pelo meu momento no clube, me sinto mais preparado por entender o meu momento na Seleção, o meu lugar na Seleção, e a pressão vai existir sempre. A partir do momento que a gente veste a camisa da Seleção Brasileira, a gente tem que saber que a pressão vem junto, é a única Seleção que ganhou cinco Copas do mundo, então se a gente não tiver preparado para a pressão que vem por trás de vestir essa camisa, acho que a gente não pode estar disputando um torneio desse nível". Continua após a publicidade Está pronto para decidir jogos "Eu acredito que sim. A gente tem que entender a grandeza que é vestir a camisa da seleção, e principalmente o pessoal que já disputou uma Copa, a gente já entende o peso que é vestir a camisa da seleção. A gente passou por um período muito complicado, teve muitas cobranças, muitas dúvidas. E ainda assim, a gente conseguiu chegar para essa Copa forte. A seleção está chegando forte para disputar a Copa. Temos que saber também a responsabilidade que cada um carrega individualmente dentro dos seus clubes e trazer para dentro da seleção. Tem vários jogadores muito experientes, até mesmo o Vini, que não tem muita idade, mas a experiência dele no futebol, as conquistas dele dentro do futebol, é uma pessoa que pode resolver um jogo de Copa do Mundo também. É uma pessoa que pode ajudar a gente a trazer o hexa. E eu também me incluo nisso. Acho que o fato da gente entender isso, entender o momento que a gente vive na nossa carreira, entender o peso que a gente carrega também, vai ser muito importante para a gente conseguir chegar e resolver os jogos". Como é o clima dessa seleção Costumo muito conversar com meus amigos, eles perguntam pra mim também como que é o clima, se é muito tenso, se é leve. Sempre, todas as vezes que eu vestia a camisa da seleção, sempre foi um clima muito agradável, sempre foi um clima de muita brincadeira, momentos bons, obviamente momentos ruins, que é normal, mas o clima dentro da seleção é sempre um ambiente muito leve, onde tá todo mundo praticamente o tempo todo de palhaçada, mas o bom é os momentos que a gente sabe que a gente tem que focar e ser sério. A gente também consegue mudar esse chip. No hotel, a gente é muito brincalhão, a gente se diverte, a gente fica de palhaçada um com o outro. Mas na hora de ser sério, a gente é sério, então acho que isso é muito importante também". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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