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Ontem, o Cruzeiro fechou a janela de transferências internacionais, atingindo o pico de contratações previsto ainda no ano passado e reforçando a base que levou o time ao terceiro lugar no Brasileirão. Ao todo, o clube anunciou seis reforços: Matheus Cunha, Fagner (contrato definitivo após empréstimo), Gerson, Chico da Costa, Néiser Villarreal e Bruno Rodrigues [ ]. O protagonismo ficou com o técnico Tite, que participou ativamente das ações no mercado, mantendo a ideia de preservar a base de 2025 e buscar peças que qualificassem ainda mais o elenco para confirmar a vaga na Libertadores e manter a Copa do Brasil entre as prioridades [ ]. Antes da abertura da janela, duas peças já haviam chegado: o goleiro Matheus Cunha, ex-Flamengo, e o atacante Néiser Villarreal, completando um pacote que também contou com a definição de Fagner para a lateral direita, após contrato definitivo [ ]. A janela internacional permanece com prazo até 27 de março, com a CBF permitindo transferências nacionais um dia após o fim dos registros internacionais. O Cruzeiro sinaliza abertura para novas contratações, buscando preencher lacunas, principalmente no ataque, e mantendo o planejamento traçado para 2026 [ ]. Entre a torcida, a fala famosa de que assistir aos jogos do Cruzeiro é tortura ressoa com a dose de ironia: a cobertura citou Fernanda na A Voz da Torcida, remetendo ao sentimento de expectativa que envolve cada reforço [ ].