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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo exalta a vitória e o status de maior campeão continental, destacando o gol decisivo e a superioridade rubro-negra em campo.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O time é descrito como 'pior' e 'tímido' no primeiro tempo, com poucas iniciativas e desempenho fraco, culminando na sexta partida seguida sem vitória.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Libertadores Palmeiras Abel Ferreira Gustavo Gómez Vitor Roque Raphael Veiga Bruno Henrique Danilo Dom Arrascaeta Felipe Luis

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem O maior campeão continental brasileiro é o Flamengo. E com Danilo herói Juca Kfouri Colunista do UOL 29/11/2025 20h12 Deixe seu comentário Danilo comemora gol marcado pelo Flamengo contra o Palmeiras na final da Libertadores Imagem: LUIS ACOSTA/AFP Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Em primeiro lugar, coloquemos alguns pingos nos is. Com capacidade para 80 mil torcedores, sem estar lotado, 55% de rubro-negros e 45% de alviverdes no Monumental de Lima. Mau exemplo, e decisão equivocada, o capitão do Flamengo era o santo Bruno Henrique que, além do mais, não fala espanhol, a língua do assoprador de apito, ao contrário de Dom Arrascaeta, liderança também técnica da equipe. Antonio Prata Cada um pode ser o deusinho do seu mundo Celso de Barros Bolsonarismo vale a pena para a direita? Thais Bilenky Líderes do Congresso decidem retaliar o país Julián Fuks Engolidos pelas telas, condenados à inexistência Durante todo o primeiro tempo o Flamengo jogou como se fosse mandante, ao tomar as iniciativas, embora o lance mais perigoso tenha sido, por acaso, uma cabeçada de Vitor Roque. Se o Flamengo não jogava bem, o Palmeiras era pior, porque tímido. Quem inaugurou a lista dos amarelados foi Rapahel Veiga, depois acompanhado por Dom Arrascaeta, Jorginho e Pulgar, que deveria ter sido expulso por solar Fuchs sem bola, com o jogo paralisado, aos 30 minutos. E o VAR nem chamou para o assoprador ver. O primeiro tempo terminou sob muita tensão e pouco futebol. E o segundo começou com a manutenção da iniciativa carioca e uma entregada de Murilo como se fosse Andreas Pereira que Gustavo Gómez bloqueou nos pés de Dom Arrascaeta. Continua após a publicidade Piquerez também foi premiado com cartão amarelo. Se alguém riscasse um fósforo no estádio o Monumental iria pros ares. O Palmeiras estava tão subjugado que não seria surpresa se achasse uma bola e fizesse o gol do tetra. Sereno no gramado só o assoprador, embora responsável por lances que excediam a viralidade. Seja como for, a diferença de talento estava estampada na superioridade rubro-negra. Não chegava a ser ataque contra defesa, mas quase. Continua após a publicidade Basta dizer que, aos 65, o Flamengo teve seu sétimo escanteio contra nenhum. E acabou na rede! Danilo cabeceou o escanteio cobrado por Dom Arrascaeta e ganhou de Fuchs. Golaço! Cebolinha, aos 67, foi a primeira mexida de Felipe Luis, no lugar de Samuel Lino. Abel Ferreira mexeu imediatamente e pôs Felipe Anderson e Facundo Torres nos lugares de Veiga e Allan. O Palmeiras completava a sexta partida seguida sem vitória. Continua após a publicidade Giay e Sosa na decisão, nos lugares de Murilo e Khellveen, aos 78. O Palmeiras, enfim, jogava como Palmeiras e fustigava o rival, embora com abuso de bolas alçadas na área. Vez de Luiz Araújo entrar e Dom Arrascaeta sair, aos 79. Eu, hein? Juninho no lugar do santo Bruno Henrique, aos 84. Felipe Luis tem decisões esquisitas: não confiou no atacante até agora e o coloca nos estertores da final? Seja como for, está em vias de ser campeão brasileiro e estava perto de ganhar a Libertadores. Vai criticá-lo? Continua após a publicidade Felipe Anderson se machucou, Maurício o substituiu e Danilo salvou o empate por Vitor Roque embaixo do travessão, aos 88. O xingado Danilo, com motivos, era o herói improvável da decisão. Cinco minutos de acréscimos. Cebolinha dá um come em Andreas Pereira e é derrubado na entrada da entrada por Maurício. Cebolinha mesmo bateu e a bola foi à trave, um pecado. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Internacional demite Ramón Diaz após goleada e anuncia Abel Braga Leitura pode reduzir dias de pena de Bolsonaro; veja como funciona programa Massafera diz que ela e Benício precisam ter filho antes da menopausa Vitória bate Mirassol, mantém arrancada e empurra Inter para o Z4 Final da Libertadores tem bêbados barrados e pente fino em bandeiras