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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte A menor relevância técnica de Neymar em 2026 e a forçada de barra da mídia Mauro Cezar Pereira Colunista do UOL 10/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira Imagem: Divulgação/CBF Como bem pontuou o companheiro Arnaldo Ribeiro, imaginemos a seguinte situação: o Brasil está em campo e a situação não é boa. O time precisa de um gol. No banco de reservas, além de Igor Thiago, estão Endrick e Neymar. Quem entra para tentar salvar a seleção brasileira? O jovem atacante revelado pelo Palmeiras ainda não havia completado nove anos de idade quando o camisa 10 atingiu o auge da carreira. Foi na final da Liga dos Campeões de 2015, com a camisa do Barcelona, na vitória sobre a Juventus, em Berlim. Fez um gol, inclusive. Situar tudo isso no tempo é fundamental para a melhor compreensão, especialmente dos leigos em futebol que se aproximam do esporte em tempos de Copa do Mundo. Não estamos mais naquele ano, nem naquela temporada, mas em junho de 2026. Juca Kfouri A capa de jornal que os Estados Unidos merecem Ricardo Kotscho Agora réu julga juiz, e Vorcaro inocenta Moraes Sakamoto Aberta temporada eleitoral da melancia no pescoço João Paulo Charleaux O esporte como arma nas mãos de Trump Neymar, hoje, não é tecnicamente tão relevante como jogador da seleção brasileira. O atleta não passa de uma esperança vã sustentada por seu séquito de fãs e puxa-sacos, além dos já citados nécios quando o assunto é futebol. Mesmo assim, segue sendo pauta "obrigatória". Sem constrangimento, a mídia esportiva trata o assunto como se estivéssemos em 2014, 2018 ou 2022, quando ele realmente era o principal destaque e a grande esperança canarinho. Não é mais. Sua eventual convocação e possível entrada em campo no segundo, terceiro ou quarto jogo (caso o Brasil avance) é, no máximo, secundária. Mesmo assim, a imprensa continua tratando o tema como se a presença dele em campo fosse um reforço garantido — o que obviamente não é. Pelo contrário: pode até virar um problema para o técnico Carlo Ancelotti, que não tem um time pronto, corre contra o tempo e precisa encontrar soluções rápidas. Em algum momento, ele pode se deparar com mais um abacaxi a descascar: onde e como encaixar o jogador mais midiático da lista de 26 convocados? Quem sai do time? E quem correrá por ele quando a bola estiver com o adversário? E então, no sufoco, você colocaria em campo Endrick ou Neymar? Dependendo da resposta, sorte da seleção não ser o treinador, desde que o real ocupante do cargo vá em outra direção. Siga Mauro Cezar no X Continua após a publicidade Siga Mauro Cezar no Instagram Siga Mauro Cezar no Facebook Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube Siga Mauro Cezar no Threads Siga Mauro Cezar no BlueSky Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Mauro Cezar Pereira por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Mega-Sena acumula, e prêmio vai a R$ 8 milhões; veja as dezenas sorteadas Brasil perde para os EUA em retorno de Marta e com reclamação de arbitragem 'Nunca vi gemer tanto': peguei meu amigo enquanto minha esposa viajava 5 apostas de GO, MG, MT, PR e SP acertam Lotofácil e levam R$ 341 mil cada Messi volta e destrava a Argentina, que bate Islândia em despedida pré-Copa