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O dia do Palmeiras teve bastidores de fumaça densa: após o leilão confirmar a compra do Vasco por uma empresa ligada à família Lamacchia, o grupo de oposição Ocupa Palestra pediu a saída de José Roberto Lamacchia do Conselho Deliberativo e cobrou barreiras para proteger informações do clube. O debate voltou a girar em torno de conflitos de interesse e da separação entre negócios privados e vida institucional. No campo, a notícia veio em tom de expectativa: Paulinho avançou na recuperação da lesão e pode voltar a ficar à disposição para o duelo com o Bahia, em 8 de outubro. Fora das quatro linhas, o possível fim das bets ameaça um patrocínio máster de R$ 100 milhões fixos por temporada, embora a diretoria não espere um impacto dramático; a preocupação também alcança as premiações das competições. Há também passaporte carimbado para a base: Palmeiras e Flamengo disputarão a Messi Cup, torneio sub-16 idealizado por Messi, nos Estados Unidos, entre 25 de outubro e 1º de novembro. Serão 16 equipes de três continentes, numa vitrine internacional voltada ao desenvolvimento dos jovens. Os números também colocaram Flaco López no topo: estudo citado pela imprensa o aponta como o jogador mais valioso do futebol brasileiro, com Vitor Roque logo atrás. Já o caso de Felipe Teresa segue em terreno delicado: afastado após acusações de violência doméstica feitas pela ex-esposa, que não foram confirmadas pelas autoridades, o atacante está fora das atividades enquanto o Palmeiras busca outro clube para ele.