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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Futebol Por que veteranos da seleção pedem estabilidade para Ancelotti Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 07/07/2026 08h53 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, durante partida de segunda fase contra o Japão Imagem: Annegret Hilse/REUTERS No vestiário, depois da derrota para a Noruega, alguns dos líderes do elenco da seleção e que agora estão se despedindo aproximaram-se de Samir Xaud e Gustavo Dias Henrique, presidente e secretário-geral da CBF. Alisson, Danilo, Casemiro pediram estabilidade. A conversa relatada era mais ou menos no tom: "Deem aos meninos a estabilidade que não houve nos últimos anos." Parece conversa fiada, mas há razões embutidas em episódios que vão da Copa América de 2021 até culminar na pior campanha do Brasil em sessenta anos de Copas do Mundo. O último título, em 2019, com Tite, tinha um trabalho consistente mesmo misturando boas atuações, no Mineirão contra a Argentina, a exibições ruins, como o 0 x 0 contra a Venezuela, na Fonte Nova. Era um time. Wálter Maierovitch Trump chegou chegando à cúpula da Otan Carlos Nobre As ondas de calor do mundo vieram para ficar Felipe Salto Medidas moralizantes para legitimar o ajuste fiscal Alexandre Borges Plano Cruzado de Mamdani em NY vai dar errado O episódio da escolha do Brasil como sede da Copa América de 2021 é o início da crise. Presidente da CBF, Rogério Caboclo enfrentava problemas de saúde e havia prometido aos presidentes da Conmebol, Alejandro Dominguez, e da República, Jair Bolsonaro, que o país seria sede do torneio, mesmo em meio à pandemia de Covid e contra a vontade dos jogadores. Os líderes entenderam que havia uma promessa de Caboclo de não trazer a Copa América para o Brasil. Na mesma tarde em que houve este entendimento, aconteceu o anúncio oficial de que seria aqui. Os jogadores se surpreenderam com o estado de Caboclo em algumas de suas visitas ao vestiário. Veio Ednaldo Rodrigues, que regulava até o gelo comprado para Datas Fifa. Não é força de expressão. O amadorismo tomou conta e as contratações de técnicos interinos fez parte de toda a crise. Na opinião dos mais experientes, o último ano de trabalho marcou o retorno da seriedade. Organização com Cícero Souza e Rodrigo Caetano, capacidade tática e de gestão de pessoas de Carlo Ancelotti. Não exclui que tenha havido erros do técnico. Muitos, da convocação com o recorde de experientes em Copas (15) até as substituições erradas contra a Noruega. Ancelotti seguirá, os diretores da seleção também seguem. Por mais críticas que possa haver, estabilidade é o primeiro passo para voltar a ter a seleção brasileira com dignidade. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Avião da seleção brasileira volta ao Rio com apenas dois jogadores Casal argentino tenta ter filho no Paraguai, mas bebê nasce no Brasil Kassab: Flávio erra em relação aos EUA e dá oportunidade de Lula renascer Transmissão ao vivo de Argentina x Egito pela Copa do Mundo 2026: veja onde assistir Trump chegou chegando na cúpula da Otan