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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Estudiantes é o intruso nas finais brasileiras; Memphis é uma vergonha Juca Kfouri Colunista do UOL 16/09/2026 23h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Quando a primeira ridícula parada para hidratação aconteceu em Itaquera o que Corinthians e Estudiantes mostravam era e não era surpreendente. Não surpreendia o jogo cauteloso dos argentinos. Surpreendia a impotência brasileira. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Quem esperava o alvinegro para cima dos visitantes, o via também mais propenso a disputar a vaga nos pênaltis do que no tempo normal. Com o que os hermanos eram até mais dominantes. Emoção, até então, nenhuma. E um assoprador de apito venezuelano tão catimbeiro como a marca registrada da paupérrima escola de arbitragem sul-americana. Aos 35 minutos, enfim, um chute ao gol, por cima, do Carrillo corintiano. Dois minutos depois, outro, de Kaio César, nas mãos do veterano goleiro uruguaio Muslera. Continua após a publicidade Aos 42, perigo argentino: arremate perto da trave de Hugo. Quando o anestesiante primeiro tempo acabou a sensação era a de que a tensão no gramado e o barulho da arquibancada produziram efeito contrário: em vez de agitar, deram sono. O medo de perder tira a vontade de vencer, já dizia o filósofo Vanderlei Luxemburgo. Sob 12º em Itaquera, o jogo era ainda mais gelado. Restava o segundo tempo para esquentar a temperatura. E quem voltou na pressão foram eles, os argentinos. Continua após a publicidade O jogo era em La Plata? Foram exatos sete minutos de ocupação do campo alvinegro até que o Corinthians armou contra-ataque e Kaio César errou o arremate final. A pressão visitante continuou. Estava óbvio que, no intervalo, o Estudiantes percebeu que podia vencer sem depender da marca da cal. Pouco antes de uma hora de jogo, os donos da casa mudaram, ao menos, de atitude e passaram a ser mais atuantes. Chegou a segunda ridícula parada e, acredite, em 66 minutos não houve nem sequer uma sensação de gol. Diniz se descabelava, gritava que sem entrar na área não se faz gol e pôs André no lugar de Carrillo. Continua após a publicidade O domínio mudou de lado, sem causar riscos, mas sem corrê-los, diante de 47 mil torcedores. Aos 76, Muslera fez a primeira defesa difícil da partida, em arremate de Bidu. A impressão era a de que se houvesse mais três dias de bola rolando o gol não sairia para nenhum lado. O Fiel é um mendigo rogando por um pouco de bom futebol. Memphis, Garro, Bidon, cadê? Aos 86, a impressão foi para cucuia: Palacios evitou a saída da bola pela linha de fundo e a deu nos pés de Castro que acertou um tirambaço para classificar o Estudiantes: 1 a 0. Continua após a publicidade Pedro Raul, Lingard e Gui Negão nos lugares de Bidon, Allan e Gabriel Paulista, para seis minutos de acréscimos. O Corinthians frustrava as semifinais brasileiras, Rio-São Paulo. No último minuto, González meteu o braço na bola, o VAR chamou e Memphis cobrou o pênalti nas alturas. Era o que faltava no jogo em que Cacique Medina pôs Diniz no bolso. O Corinthians não merecia a vaga e não merece nem Memphis nem sua direção. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo