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Foi mais um dia de Flamengo em pauta: Paquetá, de volta ao time, atuou como volante pela primeira vez desde o retorno e já deixou o gosto da ambição no ar. Mesmo diante de um Sampaio Corrêa que não dificultou, a goleada não deixou dúvidas: 7 a 1. Paquetá chegou perto de marcar, mas a bola não entrou neste capítulo, e o torcedor ficou com a sensação de que o Flamengo já começa a se reencontrar com sua identidade [ ]. Do volante, Paquetá participou de forma mais ativa da construção, equilibrando as obrigações defensivas. "Coloquei nessa função porque era o único disponível do profissional, também com ajuste tático para ele", comentou o técnico do Flamengo, destacando a leitura de jogo do garoto. Filipe Luís, que já havia apontado o peso da posição, reforçou que a evolução depende da função defensiva, enquanto a equipe molda a identidade necessária para o restante da temporada [ ]. Entre as novidades, a dupla de meio-campo teve a apresentação de Pulgar como titular, enquanto De La Cruz ficou de fora, Saúl está em recuperação de cirurgia e Allan está em negociação com o Corinthians. Jorginho, por sua vez, segue no departamento médico por uma lesão muscular na coxa esquerda. O Flamengo já mira o próximo desafio, contra o Vitória, em Salvador, pelo Brasileirão, antes de encarar o Botafogo no Carioca, abrindo novas leituras sobre o time que quer manter a força ofensiva sem abrir mão do equilíbrio defensivo [ ]. Apesar do cansaço e da nossa tradição de cobrar, Paquetá parece carregar a história com o Flamengo: o técnico ressaltou a carga emocional envolvida em jogar pelo clube do coração, e Filipe Luís reconheceu que o gol ainda pode aparecer, desde que haja tranquilidade para que o jogador se reapresente ao torcedor. A leitura de Paquetá, a resposta da defesa e a continuidade da construção deixam uma sensação de que o caminho para o título passa pelo equilíbrio entre os planos de jogo e a intensidade da torcida [ ].