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Ontem o Santos acordou com a leitura de uma realidade incômoda: empate em 1 a 1 com o Mirassol, na Vila Belmiro, pela 34ª rodada do Brasileirão, e o time permanece próximo da linha de corte. A posição não é tranquila: 16º lugar, 37 pontos, apenas um fôlego acima do Vitória, um cenário que alimenta o chamado "fantasma do rebaixamento" e promete dias de decisão pela continuidade na Série A [ , ]. Entre as linhas, surgiu Rollheiser: entrou bem pelo terceiro jogo consecutivo, atuando 20 minutos e mexendo a dinâmica ofensiva santista. Segundo as estatísticas citadas, ele acertou 22 de 27 passes e completou dois dribles, abrindo espaço para que Robinho Jr. recebesse a bola em melhores condições e criasse oportunidades de finalização. A memória de sua boa participação se liga ao que aconteceu nas últimas rodadas, em especial a atuação contra o Flamengo, quando entrou aos 40 minutos do segundo tempo e deu a assistência para o segundo gol santista na derrota por 3 a 2 [ ]. O técnico Juan Pablo Vojvoda manteve o desenho com três volantes e, na prática, deu continuidade ao trabalho com Rollheiser pela ponta direita — Barreal apareceu como complemento ofensivo, enquanto Neymar crescia como referência de apoio para dividir a criação. Esse equilíbrio tornou o Santos mais ativo no ataque, sem abrir mão da solidez defensiva, um equilíbrio que a torcida acompanha com o olho atento para as respostas do time sob pressão [ ]. O próximo capítulo reserva Internacional x Santos no Beira-Rio, pela 35ª rodada, em Porto Alegre. A agenda aponta mais um desafio direto na briga pela permanência e a necessidade de manter o bom momento de Rollheiser e da dupla de ataque com Barreal, sob a orientação de Vojvoda, para encarar o adversário que também busca pontos para não cair na curva da queda [ , ]. Nesse recorte de 2025, a leitura é clara: o Santos não pode vacilar, o rebaixamento volta a assombrar quando os resultados não aparecem. A cobertura aponta que as chances de queda, segundo dados da UFMG, cresceram com o empate diante do Mirassol, elevando a sensação de urgência para os próximos jogos e para as decisões do técnico e do elenco [ ]. Entre o palco da Vila Belmiro e o Beira-Rio, o dia do Santos se desenha sob o ritmo de Rollheiser, a presença de Barreal no flanco direito, o recado de Neymar na hora da construção e o mapa de jogos que pode definir a temporada — uma linha tênue entre esperança e necessidade de pontos para permanecer na elite. E o cronista, com a pulga atrás da orelha, segue registrando cada nuance desse dia de Santos [ , ].