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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O artigo começa com críticas à organização do Santos, mas a narrativa do jogo foca mais nas falhas do Palmeiras e na busca pelo empate, com o time principal tendo dificuldades em criar.

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: O Santos é apresentado inicialmente de forma negativa (atraso, uniforme), mas sua atuação é elogiada, com o time sendo mais perigoso e jogando bem em certos momentos. O gol anulado no final também gera um sentimento de injustiça para o time.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Santos Palmeiras Andreas Pereira Flaco López Brazão Juca Kfouri Rollheiser Marlon Freitas Clássico da Saudade

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Palmeiras e Santos empatam com gosto de nostalgia Juca Kfouri Colunista do UOL 02/05/2026 20h32 Deixe seu comentário Rollheiser e Marlon Freitas em disputa no meio de campo Imagem: Ettore Chiereguini/Ettore Chiereguini/AGIF Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Santos fez tudo errado ainda antes de enfrentar o Palmeiras no chamado Clássico da Saudade (alusão aos grandes espetáculos dados por ambos na década de 1960): atrasou-se na chegada à casa verde e só entrou no gramado depois da execução do Hino Nacional, diante de mais de 41 mil torcedores. Além do mais, entrou em campo de azul, o que não está à altura da tradição do clássico. Verdade que, ao menos, o atraso serviu para não ouvir, a execução, literalmente no sentido de botar fim, do hino banalizado e desrespeitado pela torcida alviverde. PVC Palmeiras x Santos tem gol bem anulado no fim Milly Lacombe Um clássico tão esquisito quanto emocionante Juca Kfouri O adeus de um vietcong de nosso jornalismo Josias de Souza Rejuvenesça o Zema e devolva-o à infância Com a cara de Cuca, o Santos não só enfrentou o líder de igual para igual nos primeiros 25 minutos, como foi mais perigoso, ao se aproveitar do erros que forçou o Palmeiras a fazer nas saídas de bola. Aí, em bela troca de passes, Rollheiser, de fora da área, bateu firme, a bola ainda bateu na trave e estabeleceu o 1 a 0 que já fazia por merecer, em jogada iniciada por competente roubada da bola de Andreas Pereira por Igor Vinicius no meio de campo. Outra vez sem Neymar, portanto, outra vez com 11 jogadores, e outra vez com o argentino Rollheiser que rende muito mais, o Santos surpreendia o rival e jogava bem. Tudo que o Santos fez de errado antes do jogo tratou de corrigir durante, que é o mais importante. O Palmeiras tomou-se de brios e foi à luta. Aos 37 minutos, Marlon Freitas pôs Arias na cara de Brazão e o goleiro santista fez milagre ao evitar o empate com o pé, o que não evita que se diga que o colombiano perdeu gol feito. Continua após a publicidade No 17º clássico na casa verde o Santos vencia pela segunda vez, com 12 derrotas e três empates. A vitoria, por 1 a 0, com gol, de Ricardo Oliveira, aconteceu em 2017. Faltava o segundo tempo e o Santos precisaria voltar a se impor, porque o primeiro terminou com ares palmeirenses. Allan Elias no lugar de Khellven para o segundo tempo depois de vaias no intervalo. E, logo aos 2 minutos, desperdício de grande chance por Barreal. Aos 3, foi a vez de Gabigol concluir mal ótimo contra-ataque. Continua após a publicidade Aos 5, em outro contra-ataque, Igor Vinicius soltou uma pedrada que Carlos Miguel espalmou a escanteio. O Santos estava elétrico. O Palmeiras, perplexo. Aos 13, Lucas Evangelista saiu para Sosa jogar enquanto uma ambulância socorria torcedor que se sentiu mal. O Palmeiras buscava o empate mais na marra que fruto de organização e, aos 18, Flaco López empatou, para variar, em bola roubada na força de Allan e cruzamento rasteiro de Andreas Pereira que a zaga santista não conseguiu cortar. Willian Arão no lugar de Oliva, aos 23. O Palmeiras tomava as rédeas do jogo e Paulinho, aleluia!, aos 28, substituiu Maurício. Continua após a publicidade Andreas Pereira também saiu para Luis Pacheco jogar, porque poupar é preciso. Gustavo Gómez foi outro poupado e trocado por Emi Martínez. Rony dentro, Gabigol fora, em noite ruim, aos 35, assim como Moisés no lugar de Barreal. O resultado era indesejado para os donos da casa e bem-vindo aos visitantes. Aos 39 a casa verde só não veio abaixo porque o que seria a virada nos pés de Paulinho passou perto da trave. Pior que não seria mesmo porque foi marcado impedimento. Zé Rafael e Matheus Pereira entraram e Bontempo e Rollheiser saíram, os 40. Continua após a publicidade Brazão se virava e impedia gol de Arias. Era ataque contra defesa e final empolgante de clássico, desses para matar as saudades dos velhos tempos. Aos 43, Luiz Pacheco tirou lasca da trave e parecia impossível que o Santos resistisse aos seis minutos de acréscimos. O Santos pôde resolver o jogo nos sete minutos iniciais e passou a resistir até que, aos 47, a bola sobrou para Allan bater da marca de pênalti, a bola desviar em Arias e matar o Santos. Sim, com inteira justiça. Mas o VAR chamou porque a bola bateu no braço de Arias e gol foi anulado. Continua após a publicidade Mais dois minutos gastos em bate-boca e fim de clássico, com gosto do bom passado. A Gávea festeja. Potencialmente o Flamengo está apenas um ponto atrás do Palmeiras. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Apostas de SP, MG e PR acertam Lotofácil e levam R$ 1 mi cada; veja dezenas Fortaleza vira contra o Goiás no Castelão e dorme na liderança da Série B Imprensa internacional repercute megashow de Shakira em Copacabana Mega-Sena acumula, e prêmio vai a R$ 8 milhões; confira as dezenas Atlético-MG domina e vence Cruzeiro em clássico brigado com três expulsões