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Futebol Ancelotti sobre eliminação: 'Em seleção, derrota fica mais no coração' Do UOL, em São Paulo 09/09/2026 17h43 Deixe seu comentário Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira Imagem: Rafael Ribeiro/CBF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ao anunciar a primeira convocação da seleção brasileira após a Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti voltou a comentar a decepção pela eliminação para a Noruega nas oitavas de final. "Lamentamos muito, porque até o minuto 60 desse jogo o time jogou bem. A derrota foi uma surpresa, porque ninguém pensava em ser eliminado. O esporte é assim. Depois, a reação de tudo isso a nível pessoal foi bastante complicada", avaliou. O italiano comparou as diferenças entre como digerir frustrações quando ocorrem em um clube e quando ocorrem em uma seleção nacional. "Em um clube você tem a possibilidade de reagir cedo, tem um outro jogo, outra competição. Aqui é muito mais complicado o período de dificuldades. A tristeza da derrota fica um pouco mais no coração", descreveu o comandante. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O técnico diz entender as críticas e a decepção dos torcedores como normais, mas deixou um recado para o ciclo que se inicia: "É preciso seguir confiando. Vamos ter jogos em que queremos mostrar a qualidade da equipe, a gana, a motivação, como sempre tentamos fazer quando jogamos pela seleção. Pouco a pouco, teremos o torcedor perto de nós." Ancelotti aproveitou para agradecer aos jogadores da última geração que já se despediram da camisa amarela, e mandou um recado aos que ainda seguem à disposição: "Para todos os outros não há porta fechada. Lógico que agora eu prefiro focar o trabalho com os jovens e acompanhar o progresso deles." Novo ciclo e dificuldade no meio Ancelotti compartilhou suas prioridades e o que enxerga para a seleção neste novo ciclo para a Copa de 2030. "Agora temos tempo para fazer as coisas com mais calma, tranquilidade e avaliar bem todos. A ideia é muito clara, colocar uma nova geração. Podemos fazer um trabalho sem pressa, tomando a decisão mais correta para o futuro. Falando de qualidade, nesse momento há algumas posições bem cobertas, no futuro não vamos ter problemas com a defesa e com atacantes", observou o italiano, que vê a maior dificuldade no setor de criação : Continua após a publicidade "Temos que escolher meio-campistas. Nesse momento temos um pouco de carência no meio de campo, isso é óbvio, isso vai determinar também o modelo de jogo para o futuro da seleção." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido?