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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O artigo foca totalmente no apoio à seleção brasileira, destacando o esforço para unir diferentes torcidas em prol dela.

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Motivo: Mencionado apenas como parte das torcidas organizadas que participarão da iniciativa. Sem viés específico.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Carlo Ancelotti Gaviões da Fiel Fifa CBF selecao brasileira Luiz Carvalho Torcida Independente Movimento Verde Amarelo Jovem vascaína Raça Rubro-Negra Fernando Silva Anatorg

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Aposta de torcida junta organizadas rivais para empurrar a seleção na Copa Julio Gomes Colunista do UOL 23/04/2026 05h30 Deixe seu comentário Bandeirão do Movimento Amarelo durante jogo da seleção brasileira Imagem: Divulgação MVA Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Movimento Verde Amarelo, que se notabilizou nas últimas duas Copas do Mundo como a torcida uniformizada da seleção brasileira, conseguiu pela primeira vez ajuda da CBF para um Mundial e decidiu fazer uma estratégia ousada para animar mais e melhor o time de Carlo Ancelotti nas partidas da competição. Vai juntar ao Movimento um grupo de pelo menos 50 torcedores organizados de diversos clubes do Brasil. Estarão juntos líderes, por exemplo, da Gaviões da Fiel e da Torcida Independente, do São Paulo. Da Jovem vascaína e da Raça Rubro-Negra flamenguista. Alguns dos rivais mais explosivos do país, que trazem dor de cabeça às polícias estaduais e sociedade brasileira de forma geral, prometem deixar de lado as rusgas, colocar a camisa amarela por cima da camisa do clube ou da torcida e empurrar a seleção brasileira. A coluna apurou que a CBF disponibilizou acesso a 500 ingressos por jogo para o MVA, que irá comprá-los diretamente junto à Fifa e vendê-los (pelo mesmo preço) aos organizados dos clubes e também a outros movimentos de torcida do Brasil, como a Canarinho, Núcleo BR, Torcida Brazucas, Gaúchos na Copa e Mitos das Copas. Josias de Souza Ex-BRB pode encalhar na feira de delações do Master Alicia Klein Negacionista, discurso de Neymar duvida do santista Maria Prata Psicodélicos podem alterar o cérebro e o mercado Carlos Affonso Lula diz que 'regulará tudo que é digital'; falta algo? A Fifa disponibiliza uma carga grande de ingressos para cada Confederação (programa PMA), que é o que faz com que vejamos torcedores de cada país juntos em determinada parte dos estádios nas Copas do Mundo. Nunca houve transparência da CBF em relação ao que é feito e quem acessa tais pacotes. A atual gestão resolveu separar uma parcela para a torcida - o pacote para os oito jogos, caso a seleção brasileira chegue à final, custa aproximadamente 500 dólares (R$ 2500). "A gente está muito feliz por como se encaminhou a conversa. Muito felizes pelo reconhecimento da CBF e por conseguirmos trazer com a gente a galera das organizadas", celebrou o administrador Luiz Carvalho, um dos fundadores do MVA e autor do "hit" de arquibancada "Mil Gols", em conversa com o UOL Esporte. A lista de torcidas confirmadas que estarão com o Movimento Verde Amarelo na Copa do Mundo tem, por enquanto: Império Alviverde (Coritiba), Fanáticos (Athletico-PR), Raça Rubro-Negra (Flamengo), Young Flu e Bravo 52 (Fluminense), Fúria Jovem (Botafogo), Força Jovem (Vasco), Máfia Azul (Cruzeiro), Galoucura (Atlético-MG), Camisa 12 e Guarda Popular (Inter), Geral (Grêmio), Cearamor (Ceará), Esquadrão Vilanovense (Vila Nova-GO), Falange Azul (Londrina), Dragões (Atlético-GO), Torcida Jovem (Sport), Fúria Jovem (Manaus), Torcida Jovem (Santos), Mancha Alviverde (Palmeiras), Independente e Dragões da Real (São Paulo), Gaviões da Fiel, Fiel Macabra, Estopim da Fiel e Camisa 12 (Corinthians). Nos estádios dos Estados Unidos, o MVA estará junto, pela primeira vez, sem ser necessário "trocar" cadeiras com outras pessoas que haviam comprado ingressos para os lugares próximos. São 500 ingressos no mesmo setor de cada estádio, do primeiro ao último jogo, caso a seleção vá à final. A regra será usar camisa da seleção brasileira ou do Movimento. Nada de camisas ou faixas de clubes. "Em outras partes do estádio, não temos como controlar. E é claro que podemos ter um probleminha aqui, outro ali. A gente não quer se colocar como uma torcida acima das outras, não tem nada disso. Mas ali, no jogo, no nosso espaço, é todo mundo só com o Brasil". O MVA surgiu em 2008, criado por um grupo de universitários indignados por como o comportamento da torcida em jogos da seleção brasileira ficava aquém das torcidas de clubes e, claro, de outros países. Mas foi só em 2018, na Rússia, que eles chamaram a atenção. Em 2022, no Catar, o Movimento já havia ganhado corpo e chegou a organizar grandes "esquentas" antes das partidas da seleção, inclusive, de forma autorizada, com venda de bebidas alcóolicas - o que era uma barreira e tanto no país do Oriente Médio e atraía até torcedores de outros países. Hoje, tem mais de meio milhão de seguidores no Instagram. O Movimento chegou a ser rotulado como uma torcida de "mauricinhos", "elitista" e não considerado representativo por muita gente. "Qualquer tipo de organização ou pessoa que tenha protagonismo em alguma coisa é passível de críticas. E todo tipo de crítica é importante. Algumas podem não fazer sentido, outras a gente tenta utilizar como uma consultoria. O tema da (falta de) inclusão sempre foi claro, mas a gente não sabia muito como seguir", disse Luiz, ao UOL Esporte. Continua após a publicidade "Na Copa de 22, a gente fez a maior mobilização, crescemos, mas não era a torcida que o Brasil precisava ainda. Voltamos do Catar com duas coisas claras. Uma, a noção que os grandes eventos são mega elitizados, excludentes, acaba que o perfil das pessoas fica muito parecido. Resolvemos dar nossa parcela de contribuição para ser mais inclusivo. Trouxemos o Fábio Justino, da Raça Fla, para ser nossa liderança nesse tema. E a segunda coisa é que faltavam as lideranças organizadas de clubes com a gente. E agora estamos conseguindo fazer isso acontecer." Os torcedores organizados são 100% responsáveis por passagens e estadia nos Estados Unidos, mas o MVA separou um orçamento para bancar algumas pessoas que realmente não tenham condições de pagar pela viagem - o Movimento já tem um grupo de apoiadores (Bet Nacional, IFood, Centauro e Ambev). A ponte com torcidas foi feita a partir da iniciativa de Fernando Silva, o Pixote, ex-diretor da Império Alvi-Verde, do Coritiba, e a ajuda da Associação Nacional das Torcidas Organizadas (Anatorg). MVA surgiu em 2008, mas ganhou os holofotes do mundo na Copa de 2018 Imagem: Divulgação/MVA Pixote conheceu as lideranças do MVA em Porto Alegre, em 2014, e entrou para o grupo. "Eu sempre quis juntar as organizadas", disse, em conversa com esta coluna. No bonde do MVA, estarão, entre outros, André Guerra Ribeiro, presidente da Mancha Alviverde, do Palmeiras, e Gustavo Antônio, o Vesk, uma liderança da Máfia Azul cruzeirense nos Estados Unidos - organizados de Palmeiras e Cruzeiro se envolveram em uma batalha rodoviária há não muito tempo que acabou até em morte. Estarão gremistas e colorados, torcedores da principal organizada de cada um dos quatro grandes do Rio e dos quatro de São Paulo. "São 26 torcidas envolvidas e há várias rivalidades. O foco lá vai ser a seleção brasileira. O que estamos fazendo pode ajudar a aumentar o diálogo entre as torcidas com o tempo, sabe. Entre o pessoal que está indo tem presidente de torcida, outras lideranças. Entre as diretorias, costuma ter diálogo, conversa. Se expandir isso para os componentes, reduziria a violência", fala um esperançoso Pixote. "Nos grupos de WhatsApp, nos churrascos, encontros, duas coisas são proibidas. Nós fomos rígidos com isso desde o início. É proibido clubismo e é proibido política. Esses assuntos não existem, não queremos nada que divida o país e só que una. Eu não sei em que o Pixote votou ou vai votar. E ninguém tira sarro ou fala da derrota de qualquer time", explica Luiz Carvalho. Continua após a publicidade A agenda de eventos do MVA já foi divulgada em redes sociais. No dia 12 de junho, véspera da estreia da seleção, será realizado um "bandeiraço" na Times Square, em Nova York. No dia seguinte à partida contra o Marrocos, o MVA vai liderar uma travessia pela Brooklyn Bridge. No dia 18 de junho, irá "invadir" as escadarias consagradas por Rocky Balboa na Filadélfia, véspera do duelo contra o Haiti. Depois, serão a vez de batucadas e festas em Miami Beach, já que o terceiro jogo será na Flórida. Serão 6 mil bandeirolas, 3 mil faixas de mão, um bandeirão de 600 metros quadrados celebrando Didi, Garrincha, Pelé, Romário e Ronaldo (cada um simbolizando um dos títulos mundiais), 11 bandeiras de mastro, 5 mil balões, 25 instrumentos musicais, com peles e baquetas extras, entre outras centenas de itens. O MVA pretende contratar uma empresa de logística para transportar tudo de uma cidade a outra dos Estados Unidos durante a Copa. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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