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Federação Internacional de Padel afirma que o esporte está pronto para Brisbane 2032 Cerca de 40 milhões de praticantes em 191 países dos cinco continentes, mais de 91 mil quadras, aproximadamente 235 mil postos de trabalho e contribuição de quase R$ 50 bilhões para o PIB global em 2026. Estes dados fazem parte do "cartão de visitas" usado pela Federação Internacional de Padel (FIP) para pleitear a entrada da modalidade no programa Olímpico. Há uma semana, a entidade lançou uma campanha para buscar a inclusão em Brisbane 2032. O esporte que mistura tênis e squash também vive uma crescente no Brasil. A Liga Brasileira de Padel estima que sejam 700 mil praticantes, distribuídos por cerca de mil quadras em diversas regiões, embora haja uma concentração no Sul, especialmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. 1 de 3
Rio Grande do Sul é um dos estados que concentra o maior número de quadras — Foto: Vannine Anselmo Rio Grande do Sul é um dos estados que concentra o maior número de quadras — Foto: Vannine Anselmo - O padel pode agregar a Brisbane 2032 uma comunidade global, competições eletrizantes tanto no feminino quanto no masculino e um esporte que o público pode descobrir e continuar praticando muito depois dos Jogos. (...) Nossa ambição é dar à próxima geração, na Austrália e no resto do mundo, a oportunidade de sonhar em representar seu país no palco olímpico - declarou o presidente da Federação Internacional de Padel (FIP), Luigi Carraro. + Rebeca Andrade traça planos para 2027 e reafirma decisão de não fazer solo rumo às Olimpíadas + Análise: com Rebeca, Brasil volta ao pódio do Mundial de ginástica e dá passo por medalha nas Olimpíadas + Lucas Pinheiro estreia na temporada com ouro e mira título geral da Copa do Mundo + Casa do esporte olímpico no país, Globo fecha parceria inédita com Time Brasil TV + Olimpíadas de Los Angeles 2028: veja os atletas brasileiros classificados Em 20 de outubro, a FIP formalizou o Dia Mundial do Padel fazendo referência ao tamanho da quadra onde acontecem as competições: 20 metros de comprimento e 10 de largura. A entidade aproveitou a ocasião para renovar o pleito para que o esporte seja incluído na edição olímpica que marcará o retorno dos Jogos ao território australiano. 2 de 3
Raquete é feita de fibra de vidro, carbono e EVA — Foto: Divulgação Raquete é feita de fibra de vidro, carbono e EVA — Foto: Divulgação Para as próximas Olimpíadas, as de Los Angeles em 2028, 36 esportes vão mobilizar milhares de atletas em duas semanas. Deste número, beisebol, lacrosse, críquete e softbol retornam ao programa Olímpico, enquanto flag football e squash serão estreantes. Para fazer parte deste grupo em 2032, o padel precisa ser reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), além de ter uma federação para reger a modalidade internacionalmente e seguir o código antidoping e a Carta Olímpica. Há um outro requisito que este esporte parece preencher: a popularidade e a prática em 75 países e em quatro continentes. Segundo o CEO da Liga Brasileira de Padel, Jaison Corrêa, uma combinação de fatores gera conexão rápida entre o esporte e o praticante, acompanhados de um movimento de astros de outras modalidades que passaram a praticar como hooby, sendo os casos dos tenistas Carlos Alcaraz e Rafael Nadal e os jogadores de futebol, Ronaldo Fenômeno e Neymar Jr. 3 de 3
Neymar compartilhou a prática do padel — Foto: Reprodução/Redes Sociais Neymar compartilhou a prática do padel — Foto: Reprodução/Redes Sociais - O padel reúne características que as pessoas procuram hoje em dia, tipo saúde, qualidade de vida, convivência social, diversão. É um esporte dinâmico, praticado em duplas permite que pessoas com diferentes idades e diferentes níveis de habilidades, comecem a jogar e evoluam rapidamente, diferente de modalidades em que o iniciante pode levar muito tempo para conseguir trocar algumas bolas, como o tênis. Apesar de ainda não ser reconhecido pelo COI, o padel tem a admissão de entidades como o Conselho Olímpico da Ásia, os Comitês Olímpicos Europeus e a Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais da África Padel: regras e dinâmica Algumas especificidades do padel começam na estrutura. A quadra é fechada com vidro na parte de trás e grades nas laterais, além de piso de grama sintética e rede a 0,88 m. Ao contrário do tênis, por exemplo, só é jogado em duplas, mas o sistema de pontuação é igual ao esporte em que Nadal se consagrou: 15, 30, 40 e game, com vantagem se houver empate em 40. Para conquistar um set, é necessário chegar a seis games, enquanto a partida é vencida no sistema melhor de três. O saque é cruzado e sempre deve ser realizado por baixo da cintura. O sacador ainda deve manter, pelo menos, um pé em contato com o chão. Padel tem cerca de 700 mil praticantes no Brasil, distribuídos por cerca de mil quadras Perde o ponto quem deixa a bola quicar duas vezes no próprio campo, quem manda a bola na rede ou fora dos limites. Também é ponto da dupla adversária quando há toque na rede, nos postes ou no campo adversário com o corpo, a roupa ou a raquete durante a jogada. + Irmã de capitão do vôlei estrela Outubro Rosa do Goiás após vencer câncer com apoio da torcida + Curry acerta 100% dos arremessos, e Warriors atropelam Nuggets na NBA + Cirurgia, luxação no tornozelo e fíbula fraturada afastam Jalen Williams das quadras + Alcaraz derrota Khachanov e avança às oitavas de final do ATP 500 em Viena + Em carta aberta, duplistas criticam reforma proposta pela ATP: "Tênis é mais que um negócio" Outros casos em que o ponto é perdido são quando a bola bate no próprio jogador ou em qualquer peça do seu equipamento antes de ser rebatida e se a bola sai da quadra, bate no teto, nas luminárias ou em qualquer objeto estranho ao jogo.