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Análise dos Times

Fluminense

Principal

Motivo: Vitória e solução ofensiva valorizadas, mas jejum dos atacantes e pouca inspiração são criticados; tom analítico levemente positivo

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Citado apenas como adversário derrotado; sem elogios ou críticas à sua atuação na partida

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Marcão Libertadores Palmeiras Maracanã Internacional Canobbio Savarino Hulk Guga Chapecoense Ganso Lucho Acosta Hércules Castillo

Conteúdo Original

O Fluminense venceu o Internacional por 2 a 1, nesta quarta-feira (28), no Maracanã, com gols de Hércules e Lucho Acosta. A dupla decidiu uma partida de pouca inspiração ofensiva e ampliou uma tendência recente: com os principais atacantes sem marcar, jogadores de outros setores têm assumido a responsabilidade pelo placar. ➡️ Thiago Silva celebra reação do Fluminense após eliminação: 'Um time ferido' Nos últimos cinco jogos, o Tricolor fez seis gols. Quatro saíram dos pés de um volante, um lateral e um meia: Hércules marcou contra Palmeiras e Internacional, Guga balançou a rede diante da Chapecoense, e Lucho completou a virada sobre o Colorado. Os outros dois foram de Wesley Natã, na ida da semifinal da Libertadores, e Castillo, contra o Santos. Hulk chegou a sete partidas sem fazer gol pelo Fluminense. A última vez que o camisa 7 marcou foi em 20 de setembro, quando fez dois na vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians. Desde então, passou em branco contra Coritiba, Flamengo, Palmeiras, Santos, novamente Palmeiras, Chapecoense e Internacional. ➡️ Opinião: chegou a hora de Marcão ouvir o campo no Fluminense Canobbio não marca desde o confronto de volta das quartas de final da Libertadores, contra o Platense, em 15 de setembro. O uruguaio acumula seis aparições sem balançar a rede. Savarino, por sua vez, fez três gols na goleada sobre o Coritiba, em 8 de outubro, mas não voltou a marcar nas cinco partidas que disputou depois. O venezuelano não enfrentou a Chapecoense. A seca não significa ausência completa de participação nos gols. Contra a Chapecoense, por exemplo, Hulk escorou de cabeça o cruzamento de Arana e deixou Guga em condições de empatar. Diante do Internacional, porém, o centroavante teve dificuldade para sustentar as jogadas de costas para a defesa, enquanto Canobbio e Savarino pouco conseguiram desequilibrar pelos lados. A dificuldade para entrar na área adversária aumentou a importância das finalizações de Hércules. Contra o Internacional, o volante já havia levado perigo de fora da área antes de acertar o chute do empate. Uma semana antes, também havia marcado de longe na vitória sobre o Palmeiras, no jogo de volta da semifinal. ➡️ Hércules assume responsabilidade e traz solução ofensiva ao Fluminense Lucho Acosta entrou no lugar de Ganso e deu mais dinâmica à criação. Nos acréscimos, apareceu na área para aproveitar o rebote da finalização de Castillo e garantir a virada. O argentino e o centroavante participaram do lance decisivo depois de começarem a partida no banco. Questionado após o jogo sobre a possibilidade de mudar a escalação diante das boas respostas dos reservas, Marcão deixou a disputa aberta. — É lógico que a gente, se em algum momento entender que possa mudar uma peça ou outra, a gente vai achar o melhor para a equipe.