Conteúdo Original
Futebol Jornal diz que Uefa confirma pagamentos a ex-funcionária ligada a Infantino Do UOL, em São Paulo 07/08/2026 19h48 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante jogo entre Inglaterra e Noruega pela Copa do Mundo Imagem: Image Photo Agency/Getty Images A União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) confirmou pagamentos a uma ex-funcionária apontada pelo jornal The Telegraph como mulher com quem Gianni Infantino, presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), teria mantido uma relação quando era secretário-geral da entidade europeia. O que aconteceu A ex-funcionária recebeu uma indenização de seis dígitos ao deixar a Uefa, de acordo com a investigação do jornal britânico. A entidade também pagou as taxas de um curso de MBA em uma escola de negócios, que custava cerca de 45 mil libras (R$ 308 mil) por ano. A Uefa confirmou que fez os pagamentos, mas afirmou que seguiu as regras vigentes naquele período. "Temos conhecimento das acusações e podemos confirmar que foi feito um pagamento pela saída da pessoa em questão, junto com o pagamento das taxas de um curso de MBA", disse um porta-voz da entidade ao The Telegraph . Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo A entidade europeia informou que endureceu suas normas posteriormente. A Uefa não detalhou o valor da indenização nem divulgou a identidade da ex-funcionária. Outro lado A Fifa negou veementemente a existência de denúncias de funcionários contra o presidente da entidade, Gianni Infantino. Um porta-voz da Fifa afirmou que a federação nunca recebeu queixas sobre o comportamento de Infantino. A declaração foi divulgada na noite de sexta-feira (7), em resposta a acusações de conduta imprópria contra o dirigente. A defesa de Infantino classificou as suspeitas de irregularidades como difamatórias. "O presidente Gianni Infantino nega fortemente essas alegações, que são categoricamente falsas", declarou o porta-voz da entidade ao periódico. Nenhum funcionário da Uefa ou da Fifa apresentou reclamações contra o dirigente. Segundo a nota, Infantino nunca esteve envolvido em qualquer tipo de incidente que motivasse queixas internas de colaboradores. Continua após a publicidade Todas as demissões e pacotes de rescisão seguiram as regras internas da entidade. A Fifa assegurou que as decisões administrativas foram aprovadas pelos diretores competentes e em total conformidade com as normas regulamentares. Denúncia envolve promoção e aumento salarial A mulher ocupava inicialmente uma função administrativa na Uefa e teria sido promovida durante o período da suposta relação com Infantino. Fontes ouvidas pelo jornal britânico disseram que o salário dela subiu 30%, para cerca de 160 mil francos suíços por ano, aproximadamente 171 mil euros (R$ 1 millhão). A promoção levantou dúvidas entre funcionários da Uefa sobre um possível favorecimento profissional. A situação teria chegado a Michel Platini, então presidente da entidade, que, segundo relatos, confrontou Infantino e disse que um dos dois teria de sair. A ex-funcionária deixou a Uefa após o episódio e recebeu a indenização. As fontes consultadas pelo The Telegraph também afirmam que Infantino usou contatos para ajudá-la a conseguir outro emprego bem remunerado em um setor ligado à atividade anterior dela. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso