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Análise dos Times

Saferj

Principal

Motivo: O artigo foca na posição do sindicato, que é o protagonista da notícia, apresentando seus argumentos e reivindicações de forma favorável.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Flamengo é mencionado como o clube que iniciou a discussão ao pedir o fim do gramado sintético, recebendo apoio do sindicato.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O Palmeiras é citado apenas como um dos clubes que utilizam gramado sintético em seu estádio, sem juízo de valor explícito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Botafogo é citado apenas como um dos clubes que utilizam gramado sintético em seu estádio, sem juízo de valor explícito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Atlético-MG é citado apenas como um dos clubes que utilizam gramado sintético em seu estádio, sem juízo de valor explícito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Athletico é citado apenas como um dos clubes que utilizam gramado sintético em seu estádio, sem juízo de valor explícito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: A Chapecoense é citada apenas como um dos clubes que utilizam gramado sintético em seu estádio, sem juízo de valor explícito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Vasco é mencionado de forma neutra sobre a possibilidade de mandar jogos em um estádio com gramado sintético.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Botafogo flamengo Palmeiras Allianz Parque Atlético-MG São Januário Athletico Chapecoense Arena MRV Nilton Santos Arena Condá Arena da Baixada CBF SAFERJ Alfredo Sampaio Leonel Messi

Conteúdo Original

Esporte Futebol Sindicato de jogadores se posiciona contra gramado sintético: 'Luta antiga' Do UOL, em São Paulo 16/12/2025 16h14 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Alfredo Sampaio, presidente do Saferj, o Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro Imagem: Divulgação/Saferj O Sindicato dos Atletas de Futebol do Rio Janeiro (SAFERJ) se posicionou e argumentou contra a utilização de gramados sintéticos no futebol brasileiro. O que aconteceu O Saferj demonstrou apoio aos clubes que desejam extinguir a utilização deste tipo de gramado . O sindicato diz manter contato com atletas, que têm relatado lesões não só imediatas, como também a longo prazo. Para o Saferj a grama sintética acarreta não somente lesões imediatas, mas, também a longo prazo. O sindicato tem relatos de atletas com lesões acentuadas crônicas de coluna, tendões e em articulações, pelo impacto gerado pelo piso mais duro. Saferj, em nota enviada ao UOL Alexandre Borges 'Cancelamento' do SBT por Zezé expõe a direita 'woke' Alicia Klein The Best: a Fifa não cansa de passar vergonha Joildo Santos Os algoritmos sem rosto e a potência das favelas Carlos Nobre É hora de indigenizar a ciência a favor do clima A entidade diz que há "um número expressivo" de jogadores contra o uso do sintético e que eles não se sentem à vontade para se pronunciar . O sindicato destacou a importância de os atletas serem ouvidos. Como trabalhamos para ser a voz dos atletas e muitos não se sentem à vontade para se pronunciar, podemos afirmar que um número expressivo é contra jogar em gramados artificiais, não esquecendo que são eles que fazem o espetáculo acontecer. Entendemos que, antes do interesse econômico de qualquer dono de clube ou presidente, os jogadores precisam ser ouvidos. Alfredo Sampaio, presidente do Saferj O sindicato defende a utilização apenas da grama natural, mas se posiciona a favor da padronização . Sobre a qualidade dos gramados naturais, entendemos que a CBF deveria padronizar o tipo de grama e a altura do corte, criando punições para quem não cumprir, rigorosamente, as determinações. Os gramados precisam, também, estar em conformidade com o alto nível das competições nacionais brasileiras. Alfredo Sampaio, presidente do Saferj O posicionamento vem após o Flamengo pedir o fim do sintético em competições organizadas pela CBF . O clube quer a "padronização e o alto nível" dos jogos nacionais. O Brasileirão de 2026 terá cinco gramados sintéticos em utilização . São eles: Allianz Parque [Palmeiras], Nilton Santos [Botafogo], Arena MRV [Atlético-MG], Arena da Baixada [Athletico], Arena Condá [Chapecoense]. O Vasco pode mandar seus jogos também no Nilton Santos já que São Januário passará por reformas. Continua após a publicidade Relacionadas Copa: Fifa anuncia lote de ingressos mais baratos para países classificados CBF antecipa horário do jogo de volta da final da Copa do Brasil Cruzeiro age rápido e anuncia Tite, que volta ao futebol após 1 ano Veja nota completa do Saferj O SAFERJ (Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) se colocou à disposição do Flamengo e de outros clubes brasileiros na luta contra a utilização dos gramados artificiais no Brasil. O presidente da instituição, que também foi ex-jogador e, atualmente, é treinador de futebol, Alfredo Sampaio, ressaltou pontos importantes sobre a questão, que vem dividindo opiniões no futebol brasileiro. "Temos que destacar que esta é uma luta antiga do Sindicato e o Flamengo voltou a jogar luz sobre uma questão que merece atenção das entidades, principalmente da CBF. O SAFERJ sempre se manifestou pela interrupção dos gramados sintéticos no Brasil ", disse, destacando a importância de se escutar os jogadores. "Como trabalhamos para ser a voz dos atletas e muitos não se sentem à vontade para se pronunciar, podemos afirmar que um número expressivo é contra jogar em gramados artificiais, não esquecendo que são eles que fazem o espetáculo acontecer. Entendemos que, antes do interesse econômico de qualquer dono de clube ou presidente, os jogadores precisam ser ouvidos". Para o SAFERJ a grama sintética acarreta não somente lesões imediatas, mas, também a longo prazo. O sindicato tem relatos de atletas com lesões acentuadas crônicas de coluna, tendões e em articulações, pelo impacto gerado pelo piso mais duro. Alfredo Sampaio destaca também que é preciso uma padronização para os gramados naturais: "Sobre a qualidade dos gramados naturais, entendemos que a CBF deveria padronizar o tipo de grama e a altura do corte, criando punições para quem não cumprir, rigorosamente, as determinações. Os gramados precisam, também, estar em conformidade com o alto nível das competições nacionais brasileiras". Continua após a publicidade O presidente do sindicato observa que nenhuma grande liga utiliza grama sintética e ressalta que o contrato do maior jogador do mundo em atividade, Leonel Messi, assim como de outros jogadores de alto nível, assegura que o atleta não atue em gramados sintéticos. Alfredo ressalta a importância de uma reunião emergencial para um amplo debate: "Nós, do SAFERJ, nos colocamos à disposição do Flamengo e de todos os outros clubes, que compartilham da mesma opinião para que, junto com FERJ e CBF, possamos discutir, de forma urgente, sobre este tema. Esperamos que reuniões sejam marcadas para debatermos o assunto", finalizou. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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